A Pílula Vermelha

Você já se sentiu como se não tivesse certeza de que a realidade que vemos, ouvimos e sentimos é verdadeira? Acordamos todo dia, ligamos a tv, comemos, ouvimos rádio, levamos nossos filhos para escola, vamos para o trabalho, pagamos nossas contas, dirigimos o carro do ano, temos nossa casa própria, tv a cabo e todo ano viajamos de férias para poder compensar todo sofrimento que passamos para conquistar tudo isso. Costumo dizer para meus amigos que boa parte da humanidade dedica quase toda sua vida trabalhando num emprego que não gosta para comprar coisas que não precisa. Todos concordam, mas quase ninguém faz nada para mudar.

Mesmo com toda essa dedicação e trabalho parece que está sempre faltando algo, há sempre um vazio que não consegue ser preenchido. E a televisão, o oráculo da sociedade moderna, nos diz que, para sermos mais felizes, temos que nos desfazer das coisas velhas e comprar, consumir, possuir o novo. A mídia é um instrumento pelo qual nossa sociedade adquire todos esses desejos e conhecimentos. Não obtemos mais o conhecimento diretamente da terra, pois perdemos os contatos com as fontes da nossa sobrevivência. Não cultivamos mais o nosso próprio alimento ou aprendemos diretamente com nossas próprias experiências. Nem temos nossa família como a raiz de nossas opções, basicamente somos como um astronauta no espaço flutuando em um universo metálico desconectados das fontes da terra e somos completamente dependentes de informações que recebemos de lugares longínquos. Talvez isso explique o fascínio dos cientistas da Nasa em tentar achar vida em Marte. Será que eles não perceberam que há vida na Terra?

Estamos mentalmente dormentes. Entorpecemos nossos sentidos da manhã até a noite, seja com o desejo de consumir mais e mais ou pelo cárcere de um emprego que nos trata como escravos em troca de dinheiro para manter todo este ciclo vicioso e destrutivo. Ficamos cegos para a verdadeira beleza. E, se estamos insensíveis à beleza do mundo, então procuramos substitutos.

Eric Hoffer já dizia, “Você nunca pode ter o bastante daquilo que não quer de verdade”, quer dizer, nos ocupamos com o trabalho, viajamos de férias para o Caribe, consumimos tudo o que desejamos, mas sempre há uma sensação de carência, de perda, de vazio.  Essa sensação é porque não sabemos o que perdemos. E o que perdemos foi à beleza do mundo. E a gente tenta compensar isso conquistando o mundo, possuindo o mundo. Só que nesse consumo compulsivo e desenfreado estamos literalmente consumindo nosso limitado planeta. Estamos acabando com o único planeta capaz de prover a nossa vida em todo sistema solar, quiçá da galáxia ou do universo. Basta dar uma olhadinha pelo Google Erth e visualizar as grandes cidades da superfície da Terra. Elas parecem um câncer de pele que se espalha pela superfície do planeta, destruindo sua fina camada natural de vida e transformando tudo em asfalto e concreto. E os rios, que são o sistema circulatório do planeta, estão congestionados de poluentes industriais e dejetos humanos. É possível perceber esta infecção até mesmo na temperatura do planeta, pois a febre é um sintoma do que já está acontecendo. Furacões, secas, derretimento das geleiras, enchentes, são apenas sintomas de que a humanidade está doente. Sim meus amigos, a doença do planeta é um reflexo de uma doença humana. A deterioração do meio ambiente de nosso planeta é um espelho externo de um estado interno. Tal externo, tal interno.

Meu objetivo não é listar razões para vocês entenderem que devemos mudar nossa maneira de pensar, agir, escolher e consumir. Não vai adiantar, pois tenho certeza que todos irão concordar comigo, mas quantos realmente tomarão uma atitude? Na experiência que tive em contatos com humanos civilizados, não adianta discursar, dizer que estamos errados agindo assim ou assado. Tem que haver um esforço pessoal seguido de um despertar interno de cada um.

Bem, vejo que ficou uma série de perguntas e lacunas sem respostas, esta foi minha intenção com este texto. Nestes últimos meses consegui reunir uma série de documentários e filmes que tratam exclusivamente destes assuntos. A página “Pílula Vermelha” terá esta função: citar livros, títulos, resenhas e trailers de filmes que irão ajudar neste despertar interno.

Temos o privilégio de viver em uma era onde a tecnologia faz com que as informações andem tão rápido que mesmo antes do fato terminar já virou notícia em algum site ou blog independente. Isso quer dizer que não vai ser por ignorância que destruiremos a vida que conhecemos no planeta.

Termino este texto com a célebre frase de um homem que não precisou presenciar efeito estufa, destruição da camada de ozônio e derretimento das geleiras para saber o que devemos fazer.

“Um homem deve decidir se vai andar na luz do altruísmo criador ou na escuridão do egoísmo destrutivo” Martin Luther King

Um grande abraço a todos e desfrutem da pílula vermelha, Gardel Silveira.

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Earthlings – Terráqueos

Um provocante documentário que expõe a desnecessária e cruel dependência que a humanidade mantém em relação aos animais como comida, vestimenta, entretenimento e experiências, filmado com cameras ocultas nas maiores industrias animais do mundo, revela o dia-a-dia das mesmas. 

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Home

Home é um documentário lançado em 2009, produzido pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand. O filme é inteiramente composto de imagens aéreas de vários lugares da Terra. Mostra-nos a diversidade da vida no planeta e como a humanidade está ameaçando o equilíbrio ecológico. O filme foi lançado simultaneamente ao redor do mundo em 5 de junho nos cinemas, em DVD e no YouTube. Foi estreado em 50 países diferentes e é totalmente gratuito e sem lucros comerciais. Home foi filmado em vários estágios devido à extensão das áreas retratadas. Levando cerca de 18 meses para ser completado, o diretor Yann Arthus-Bertrand, um operador de câmera, um engenheiro de câmera e um piloto voaram em um pequeno helicóptero através de várias regiões em cerca de 50 países. A filmagem foi feita utilizando câmeras Cineflex de alta definição suspensas em uma esfera giratória estabilizada, montada na base do helicóptero. Essas câmeras, originalmente fabricadas para artilharia, reduzem as vibrações ajudando a capturar imagens suaves. Após quase todos os vôos, as gravações eram imediatamente checadas para se ter a certeza de que elas eram viáveis. Após toda a filmagem ter sido completada, a equipe tinha cerca de 488 horas de filmagem para editar. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Home_%28document%C3%A1rio%29

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roleta genetica 10Livro Roleta Genética – Riscos Documentados dos Alimentos Transgênicos sobre a Saúde

Autor Jeffrey M. Smith – Editora João de Barro. “Roleta Genética é uma leitura obrigatória para todos os pais. O trabalho de Jeffrey destaca alimentos não testados que foram introduzidos nos pratos de nossas crianças sem consentimento prévio dos pais. Os riscos à saúde associado com esses novos alimentos têm o potencial de impactar todas as crianças da América – não apenas aquelas com alergias a alimentos. O melhor presente que você pode dar a seus filhos é ler Roleta Genética, pois o conhecimento que você ganhará é imensurável e irá durar uma vida – a de seus filhos”. Robym O’Brien, fundadora do AlergyKids e mãe de quatro filhos.

A Academia Americana de Medicina Ambiental (AAEM) recomenda que “os médicos orientem seus pacientes, a comunidade médica e o público em geral a evitarem os alimentos transgênicos sempre que possível, e a oferecerem subsídios pedagógicos sobre alimentos transgênicos e riscos à saúde.” Recomendam uma moratória, estudos independentes a longo prazo e rotulagem.

soya

Fiquem atentos no T com o triângulo em amarelo nas embalagens, e não se deixem enganar pela palavra “aprovado” escrita com fundo amarelo na mesma linha do T de transgênico. Para quem é publicitário e bom observador sabe muito bem o que indiretamente significa: “Transgênico Aprovado”, passando uma idéia de alimento seguro, mas uma coisa não tem nada haver com a outra.

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Zeitgeist

Zeitgeist” é um polêmico documentário amador ramificado em três partes distintas. O título surge de um termo alemão que significa “Espírito do Tempo“, e que é atribuído segundo alguns dos maiores filósofos alemães ao avanço intelectual e cultural do mundo, numa determinada época. Realizado, produzido e escrito pelo anônimo Peter Joseph, “Zeitgeist” foi lançado pela primeira vez no serviço Google Vídeo, em Junho de 2007, tornando-se em poucas semanas o filme mais visto de sempre alojado nos servidores da Google (8 Milhões no final de Novembro, sendo que foi retirada desde dessa altura o contador, ninguém sabe bem porquê). Tal fama levou a que Peter Joseph fosse convidado pelos responsáveis do “4th Annual Artivist Film Festival & Artivist Awards” a apresentar a sua controversa obra caseira ao circuito cinematográfico.

Temos então uma primeira parte intitulada “The Greatest Story Ever Told“. Esta investiga e analisa aquela que o autor considera ser a maior encenação da história da humanidade: a existência de um Cristo e as religiões em si. Defende o realizador que Jesus é um figura híbrida astrológica, mitológica e literária, baseada numa lenda criada por uma civilização bastante anterior ao “ano 0″ e que, desde essa altura, foi adaptada e remodelada consoante a época e as necessidades de controlo social dos mais diversos povos.

Depois deste embate de fatos e pesquisas sociais, somos bombardeados com uma fase intermédia que defende aquela que é a conspiração rainha deste novo milênio: os atentados terroristas do 11 de Setembro, numa peça denominada “All the World is a Stage“. Entre demolições controladas, aviões invisíveis e declarações de seguranças que viram as cassetes de vigilância antes de elas serem todas confiscadas pelo FBI, temos aqui um complemento interessante ao mais do que célebre “9/11: Loose Changes“.

Para terminar, uma abordagem arriscada e refrescante à dominação mundial por parte dos sistemas bancários impostos nas sociedades modernas, com especial destaque para os Estados Unidos, com uma conspiração bem montada que envolve a Reserva Federal, a família Rockefeller, duas Guerras Mundiais, o Iraque, o Vietnam e até a Venezuela. Este capítulo denomina-se “Don’t Mind The Men Behind The Curtain” e serve de machadada final à teoria que Peter Joseph apresenta no início de “Zeitgeist“: somos umas marionetes neste mundo e não nos importamos com isso.

Independentemente do nosso julgamento perante o que nos foi impingido durante cerca de duas horas, é de louvar o trabalho técnico, artístico e de pesquisa efetuado por alguém como Peter Joseph, sem meios aparentes de divulgação ou controle imediato. E nem sempre é preciso acreditar na mensagem para elogiar o trabalho do mensageiro. E é bom que se tenha em consideração que obras como “1984“, “Brave New World” ou “V for Vendetta“, consideradas utópicas nas suas épocas, são hoje bases dogmáticas da realidade que nos envolve. Será que alguém ainda acredita que não é escravo da Religião, do Terror e do Dinheiro?

http://cinemanotebook.blogspot.com/2008/01/zeitgeist-2007.html

mais referências: http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeitgeist,_the_Movie

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ATENÇÃO: Se não conseguir visualizar os vídeos desta página é porque seu Flash Player está desatualizado ou não está instalado. Para instalar clique aqui (Flash Player). É rápido, fácil e grátis.
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The Meatrix (dublado em português)


Meatrix é uma série de três pequenas e bem humoradas animações sobre a relação da indústria de alimentos com os pequenos agricultores. É uma paródia do filme Matrix que aborda principalmente o modo de produção industrial de carne e todos os seus problemas. Vale a pena assistir os três episódios, atualmente só o primeiro tem versão em português. Os outros episódios podem ser assistidos na página http://www.themeatrix.com, mas estão sem legenda e a locução original em inglês, mesmo assim vale a pena ver.

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Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth).

O filme “Uma Verdade Inconveniente” incomoda. Também choca, inquieta, impressiona. E não deveria. Justamente porque essa tal verdade é tão óbvia, clara e visível, que já deveria nortear as mais diversas ações locais e globais – e em quaisquer âmbitos. Mas afinal, do quê se trata o filme?
Basicamente, é um documentário sobre as palestras dadas por um cidadão norte-americano, mescladas a relatos de suas experiências de vida. O que faz toda a diferença é que essas palestras são sobre o aquecimento global e quem as dá é o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, o democrata Al Gore.

Gore conta, no filme, que diversos momentos decisivos – como o acidente que quase matou seu filho, a morte de sua irmã por câncer de pulmão, as aulas de um professor na universidade e a sua derrota nas eleições presidenciais de 2000 – contribuíram para que ele se voltasse para a questão ambiental, tentando levar informação às pessoas, sensibilizando-as para essa questão ambiental. Assim, ele passou a realizar, ao redor do mundo, apresentações didáticas, com muitas referências a dados de pesquisas científicas, o que dá mais credibilidade ao seu discurso e ajuda a mobilizar quem estivesse lhe assistindo. Até hoje, Gore fez mais de 1000 apresentações como essas.

Através de uma linguagem simples e direta, Al Gore envolve o público com sua retórica. Mostra slides, gráficos, fotografias, animações. Inclusive adota, por vezes, um tom irônico e lúdico em suas falas, descontraindo público e espectadores. As fotos apresentadas são alarmantes e mostram, principalmente, como o gelo e a água estão desaparecendo, de forma nítida, de diversas paisagens da Terra. Elas comprovam ainda que não há segredos e lados obscuros envolvendo o aquecimento global. É simplesmente algo incontestável do ponto de vista científico, mas também a olho nu.

“Você está pronto para mudar seu modo de vida?”. Essa pergunta surge no final do filme, em meio aos créditos. Em seguida, são sugeridas diversas ações fáceis e palpáveis, que já poderiam ter sido incorporadas ao cotidiano e à cultura dos cidadãos,  seja qual for seu país de origem. Isso é o mais interessante no filme. Ele não procura apenas apontar problemas, explicá-los e deixar todos boquiabertos com a situação ambiental em que vivemos. Além disso tudo, há a pretensão de se promover mudanças profundas, interiores, relacionadas aos valores morais, culturais e ideológicos das pessoas. Pois é assim que se transformam as ações, primeiramente de maneira localizada, posteriormente, globalizada. E é nisso que pode estar toda a solução para um problema aparentemente sem saída. Fonte da resenha: www.manuelzao.ufmg.br/folder_informa/folder_ultima/artigo

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A Última Hora (The 11th Hour)

O que significa ser humano no século XXI? Esta é uma das inúmeras perguntas lançadas pelo documentário Última hora, narrado e produzido por Leonardo de Caprio.
150 horas de gravação resultaram num filme instigante, polêmico e pertinente. A destruição do ecossistema pelo homem no decorrer dos anos ocasionaram as catástrofes naturais que vivemos atualmente. Cientistas, especialistas e estudiosos em diversas áreas chamam a atenção – e puxa a orelha – do público para as mazelas que o planeta está sujeito graças ás ações do bicho homem.
Do consumismo desenfreado ao capitalismo selvagem á necessidade do ser humano de ter e ser, o filme alia imagens de tragédias naturais, da natureza devastada e de povos de diversas nacionalidades para afirmar que o mundo está superlotando e nem por isso aumentando ou aceitando passivamente tal ocupação. Tendencioso – porém atual – o filme nos coloca de frente com uma realidade que ignoramos terminantemente, talvez porque não acreditamos viver tanto para ver o mundo acabar.
Egoisticamente continuamos agindo, aceitando e elegendo condutas que desmerecem as leis naturais presentes na natureza. Num dos depoimentos do filme, uma verdade incontestável: o mundo não vai acabar, quem vai terminar é a população, as gerações, ele se renova, sobrevive.
A Última hora dura 1h30, mas nem percebemos o tempo passar. A narrativa é rápida, as imagens se sobrepõem aos montes e somos bombardeados com tantas informações e questionamentos que é quase impossível assimilá-las por inteiro.
O filme tem seus méritos e tal esforço não deve ser menosprezado. Fonte da resenha:
http://www.cranik.com/filme_aultimahora.html

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A História das Coisas (Dublado em Português).

IMPERDÍVEL, DIVERTIDO, REVELADOR, NÃO DEIXEM DE ASSISTIR “A HISTÓRIA DAS COISAS”, AGORA DUBLADO EM PORTUGUÊS. Uma iniciativa voluntária da comunidade de Permacultura do Orkut.

Desde a sua extração até à venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afetam a sociedade no nosso país em outros países, mas a maioria disto é propositadamente escondido dos nossos olhos pelas empresas e políticos. A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de fatos, que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extração, produção, consumo e lixo. A História das Coisas expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos destruindo o mundo e auto destruindo-nos, e assim apela a criarmos um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra. Este documentário vai nos ensinar algo, e acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida e que CONSUMIMOS.

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The Corporation

O documentário, baseado no livro The corporation – the pathological pursuit of profit and power*, de Joel Bakan (que também assina o roteiro do filme), é uma profunda e divertida análise do mundo corporativo. A partir do estudo de crimes cometidos por transnacionais, e de dezenas de entrevistas com gente direta ou indiretamente ligada ao mundo corporativo, como ativistas de esquerda e de direita, acadêmicos, jornalistas, executivos, e espiões industriais, os autores fazem uma radiografia das corporações como “seres” autônomos, que funcionam de acordo com um conjunto específico e determinado de regras e motivações, bastante distintas daquelas partilhadas entre os homens comuns. Um “comportamento” que, de tão voltado à busca pela realização pessoal em detrimento de qualquer dano causado a terceiros, resvalaria, segundo alguns dos entrevistados, na psicopatia.

Montado sobre uma estrutura ágil, baseada numa esperta colagem de cenas de filmes B, vídeos institucionais antigos, imagens documentais e entrevistas nas quais, contra um fundo negro, representantes das mais distintas correntes políticas, como Noam Chomsky, Milton Friedman, Sir Mark Moody-Stuart (ex-dirigente mundial da Shell) e Vandana Shiva têm seu discurso contextualizado em relação ao “comportamento” institucional das grandes corporações, o filme faz uma análise dos vetores “psicológicos” responsáveis por regular o relacionamento das grandes companhias com o indivíduo – social, cultural e politicamente.

Criadas com o objetivo único de tornar mais eficiente o acúmulo do capital, corporações seguem uma dinâmica própria, que transcende as vontades individuais de seus acionistas e executivos. Mas, mais do que criar estruturas de produção viciadas, a lógica do lucro é responsável também pelo modo como é construída a cultura corporativa e suas noções de responsabilidade social e política. “Pedir a uma corporação que seja socialmente responsável faz tanto sentido quanto pedir a um edifício que o seja”, dispara, em depoimento, Milton Friedman, economista vencedor do prêmio Nobel. Ou, como lembrado em outra entrevista, desta vez pelo historiador Howard Zinn, “corporações sempre foram amigas de políticas totalitárias”.

Isso é refletido também nas relações de trabalho. Seja no que diz respeito à dissociação entre atos individuais de funcionários e realizações criminosas cometidos pela companhia, seja na desumanização do processo de produção, existe, no ideal corporativo, algo próximo da diminuição do homem à condição de máquina. O esforço humano despe-se de qualquer carga moral ou ideológica, aproximando-se de um ideal de eficiência análogo à idéia pré-fordista de automatização. As cenas e depoimentos do filme sobre as rotina de trabalho nas sweatshop (veja texto) são a demonstração desse processo.

Por amorais, as grandes transnacionais têm no lucro o único mediador de suas responsabilidades e ações em relação ao público. A não ser que interfira de alguma maneira em sua capacidade de acumular capital, corporações não se sentem responsáveis por danos políticos, sociais, ambientais ou culturais que possam causar. Uma atitude que, em casos extremos, pode levar grandes companhias à autodestruição. “Como um mercador que, de tão ganancioso, vende a corda com a qual ele próprio vai ser enforcado”, afirma, no documentário, o jornalista e documentarista Michael Moore.  Fonte da resenha: www.comciencia.br/200405/resenhas/resenha2.htm

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SURPLUS

Por que o estilo de vida consumista causa tanto ódio em alguns?
Será que o privilégio de consumir está realmente nos conduzindo a um mundo de felicidade?
De onde vem esse sentimento de vazio que toma de assalto as “classes privilegiadas” (e o chamado “Primeiro Mundo”) apesar de toda a sua riqueza?
Uma intensa odisséia visual filmada ao longo de três anos em oito países.
Desde os confrontos das manifestações em Gênova, em 2001, passando pelos cemitérios de navios indianos operados com a mão de obra semi-escrava, até as bonecas sexuais de silicone de 7.000 dólares da América, Surplus explora a natureza destrutiva da Sociedade do Consumo
Em um mundo controlado por cínicos líderes mundiais e fanáticos pelo lucro ilimitado, este filme é um controverso retrato das instituições que estão levando a todos rumo ao apocalipse desenvolvimentista. Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/379479.shtml

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Nação Fast Food

Você já imaginou como funciona todo o processo antes daquele suculento hambúrguer de três andares chegar à sua mesa? Se quiser ter uma idéia da realidade chocante que existe por trás disso, assista a Nação Fast Food – Uma Rede de Corrupção. Pelo nome parece, mas não se engane pensando que é mais um documentário sobre o assunto. A obra de Richard Linklater (mesmo diretor de Antes do Amanhecer e Antes do Pôr do Sol) é um filme baseado no livro de mesmo título de Eric Schlosser, o roteirista do longa.

Antes de mais nada, já é bom deixar claro que essa não é uma cópia de Super Size Me – A Dieta do Palhaço. Esse era um documentário que mostrava mais os efeitos causados na saúde dos consumidores de junk food. Já Nação Fast Food – Uma Rede de Corrupção, explora o mesmo tema, só que de uma forma diferente e por um outro ângulo.

Don Anderson (Greg Kinnear), o executivo de marketing da rede Mickey de fast food tem um grande problema. A qualidade do lanche Big One, o mais famoso da cadeia de restaurante, encontra-se ameaçada quando descobrem que a carne usada no sanduíche foi contaminada. E para descobrir o motivo do desastre, Anderson terá que percorrer uma longa jornada pelo lado obscuro da alimentação americana.

Qual seria a sua reação se soubesse que a carne – que nem deve ser tão 100% bovina assim – do tal do ‘Big One’ tivesse também…Fezes de vaca? E se o atendente da loja cuspisse no seu sanduíche (um bom motivo para não destratá-lo na hora do pedido), como você reagiria a isso? Como se sentiria ao saber que as vacas são friamente massacradas para virarem carnes ‘fresquinhas’ e industrializadas? Afinal, que benefício temos consumindo essas porcarias? Pelo jeito, nada além de saciar o ‘prazer culposo’.

O diretor tenta alertar exatamente por esse ponto. Existem diversos fatores ligados direta ou indiretamente a isso. Incluindo os imigrantes mexicanos ilegais que são explorados por essas empresas que não oferecem benefícios e muito menos o auxílio quando necessário. Fora os estragos que isso tudo causa em nossa saúde.

Claro que não posso me esquecer do elenco estelar. O que não falta são pequenas participações de grandes astros. Tem pra todos os gostos: Avril Lavigne, Bruce Willis, Greg Kinnear, Ethan Hawke, Wilmer Valderrama (o Fez, da série That 70’s Show) e por aí vai.

Lembre-se de que já deixo aqui uma dica: não pegue uma sessão logo após aquela feijoada do almoço. Algumas cenas provocam embrulhos no estômago e não são para qualquer um. Tudo o que você menos quer ver na frente depois da projeção é o tal do hambúrguer, que de fresco e natural não tem nada.

E você acreditando na baboseira da minhoca? Isso é mito. Quem nos dera fosse isso. A verdade é muito mais aterradora. Fonte da resenha: http://fabricadequadrinhos.uol.com.br/index.php?conteudo=antimateria&id=10122

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A Dieta do Palhaço (Super Size Me)

Após a vitória do Oscar de melhor documentário por Bowling for Columbine (Tiros em Columbine), de Michael Moore, os documentários, que até há algum tempo eram aqueles filmes sem-graça que davam sono, passaram a ser filmes comercialmente viáveis, com produção caprichada e roteiro idem, que atraem pessoas ao cinema (coisa inimaginável tempos atrás), e estão ficando cada vez melhores.É o caso deste documentário, Super Size Me (subtítulo em português – a Dieta do Palhaço).

O produtor/diretor/cobaia (conforme ele se anuncia em seu site) Morgan Spurlock resolveu realizar o filme após ver uma notícia sobre duas adolescentes obesas que estavam processando a rede de fast- food McDonald´s. Roteirista de sucesso, ele trabalhou em vídeo-clipes, comerciais e shows de TV. Este foi seu primeiro filme de longa-metragem. O filme começa mostrando fatos e dados sobre o crescente aumento da obesidade na América. 37% das crianças e adolescentes americanos são obesos, e 2 em cada 3 adultos estão acima do peso ou obesos.

A Organização Mundial da Saúde declarou a obesidade como uma epidemia global . Se nada for feito, a obesidade irá superar o fumo como a maior causa evitável de morte da América. De quem é a culpa: da pessoas que não conseguem se controlar, ou das corporações de fast-food? Ele então anuncia sua decisão de passar um mês se alimentando exclusivamente de produtos vendidos em lojas doMcDonald´s. Ele determinou para si mesmo algumas regras:1: Sem opções: ele só poderia consumir o que viesse das lojas (incluindo a água);2: Só consumir as porções super size quando fossem oferecidas (e ele não as poderia recusar);3: Sem desculpas: ele deveria comer cada item do cardápio ao menos uma vez.Antes de começar a maratona, ele visitou três médicos (um cardiologista, um gastro enterologista e um clínico geral) e uma nutricionista,que o monitorariam periodicamente durante o mês da experiência, e fez um check-up completo.

Seu peso era normal, sua saúde boa, e todos os profissionais concordaram que a idéia era uma estupidez completa.Durante o mês da “experiência”, ele visitou 20 cidades americanas (ou pelo menos seus McDonald´s), incluindo Houston, a Cidade mais Gorda da América. Das 9 vezes que as porções super size foram oferecidas, 5 foram no estado do Texas (e a primeira ele não agüentou comer inteira, depois de meia hora tentando acabar com o lanche, ele “devolveu” tudo). O estilo de vida americano, incluindo a dificuldade de se fazer as refeições em casa, fazem que 40% das refeições dos americanos sejam feitas fora de casa (1 em cada 4 americanos visitam um restaurante fast-food por dia.

O McDonald’s representa 43% deste mercado). Vemos lojas McDonald´s até em um hospital (segundo Morgan, fica mais fácil conseguir auxílio médico quando sua saúde se estragar por causa da comida).Além de acompanhar a “dieta” de Morgan (de 5000 kcal por dia, o dobro do recomendado para um adulto médio), somos apresentados a alguns programas de merenda, alguns deles caros e cheios de itens não nutritivos, e um programa implantado em uma escola de Michigan, com o apoio dos pais dos alunos, que oferece apenas refeições nutritivas (e por um preço mais baixo que os programas tipo fast-food). Além do mais, este programa de merenda é acompanhado de um incentivo à atividade física, o que normalmente não acontece nas escolas americanas.

O documentário mostra como a comida fast-food pode viciar, como uma droga (O McDonald´s chama as pessoas que consomem muito de seus alimentos de Usuários Pesados ); mostra os muitos problemas sérios de saúde que podem ser causados pela obesidade (hipertensão, doença coronariana, diabetes adulto, derrame, doença na bexiga, osteoartrite, apnéia do sono, problemas respiratórios, câncer no endométrio, de mama, de próstata e de cólon, dislipidemia, esteatohepatite, resistência à insulina, falta de ar, asma, hiperuricemia, irregularidades hormonais, síndrome do ovário policístico, infertiliade e dor nas costas. Acham pouco?), e como algumas pessoas recorrem a cirurgias de estômago na tentativa de controlar uma obesidade mórbida. Um mês depois, Morgan estava 11 quilos mais gordo, estava com disfunção hepática,com sintomas de depressão, seu nível de ácido úrico subiu às alturas e seu condicionamento físico e sua libido despencaram (ele combinou que não andaria mais que o americano médio consumidor de Big Macs anda por dia, o que reduziu sua atividade fisica quase a zero).Ele levou um mês desintoxicando o organismo (com a ajuda da namorada, uma chef vegetariana, que criou uma dieta desintoxicante para ele), e mais 9 meses para retornar ao peso anterior (84 kg). Nas notas finais, ele explica que, após o filme ser exibido em Sundance (onde ganhou o prêmio de melhor Diretor), o McDonald´s retirou a porção super size dos cardápios. E as garotas que processaram o McDonald´s… bem, elas perderam o processo, pois não ficou provado que os problemas de saúde foram causados pelos Big Macs ingeridos.

Ao final do documentário, ficamos com vontade de comer um grande prato… de salada. Sério, as refeições desintoxicantes preparadas pela namorada de Morgan parecem muito mais atraentes que os inúmeros big macs, milk-shakes, Mac chickens, quarteirões e fritas que vimos na última hora e meia. E são mesmo. Para maiores informações:www.supersizeme.com (site oficial)http://en.wikipedia.org/wiki/Morgan_Spurlock (artigo na Wikipédia)http://blogs.indiewire.com/morganspurlock/ (weblog de Morgan)
(texto originalmente publicado em http://ratodebiblioteca.clickblog.com.br )

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A Carne é Fraca

A Carne é Fraca”, melhor documentário já realizado no Brasil sobre o consumo da carne e suas conseqüências, é essencial para aqueles que buscam informações e uma arma para nós, defensores dos animais.”

O Instituto Nina Rosa – Projetos por Amor à Vida – lançou no dia 12 de novembro, durante o 36º Congresso Vegetariano Mundial – que aconteceu entre os dias 8 e 14 deste mês, no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC) – o documentário “A Carne é Fraca”.

Feito em quatro idiomas – português, francês, inglês e espanhol – o vídeo, que será distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta toda a “trajetória de um bife”, desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. “Muitas pessoas contribuem com a indústria da crueldade, que implica em danos sérios à saúde humana e ao meio ambiente, sem ter conhecimento disso. Nossa intenção é informar para que o cidadão possa fazer escolhas conscientes”, explica Nina Jacob, presidente do Instituto.

Ao longo de 54 minutos, sob a direção de Denise Gonçalves, o documentário mostra aspectos da indústria da carne de aves e gado que normalmente não são divulgados. Além disso, também conta com depoimentos de técnicos ambientais, médicos, pediatras, de jornalistas como Washington Novaes, Dagomir Marquezi e Flávia Lippi; da socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e da veterinária Rita de Cássia Garcia.

Um dos destaques do trabalho é o impacto ambiental. Segundo este documentário, a região amazônica tem sido seriamente prejudicada pela pecuária, que ocupa uma extensão de terra, cada vez maior acarretando desmatamento e poluição de recursos hídricos.
Foram oito meses de pesquisa e filmagens em abatedouros considerados “modelos” nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quem assistir ao vídeo verá que os animais são criados em pequenos espaços para que não gastem energia e, assim, apressar a engorda do boi, antecipando o abate. E também vai conhecer o processo de produção do “baby beef”, em que os bezerros são separados das mães logo ao nascer.
Na análise de Nina Jacob, este trabalho será um divisor de águas para o consumidor brasileiro. “As pessoas ainda acreditam que o gado, por exemplo, é criado livre nos pastos, sem causar danos ambientais. Este trabalho é um direito do consumidor”, finaliza.

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O Ponto de Mutação

Fritjof Capra nos traz uma obra de sensibilidade e reflexão sobre as bases da existência e da integração do pensamento e das ações humanas no contexto do desenvolvimento, na busca da equação da vida e do progresso equilibrado e sustentado.
Partindo da paradisíaca ilha de Saint Mitchel, onde existe uma fortaleza medieval que com seu isolamento temporário, pelas marés, nos traz do subconsciente a imagem do isolamento do pensamento, com suas ruelas e salas, com seus cheiros e sabores, com suas masmorras e aposentos.
O político e o poeta se vem em um dilema, cada qual preso em seu mundo, procurando nele o sucesso sua direção, tal qual uma solitária ilha. O terceiro personagem busca o caminho, se transformar no isolamento, na fuga o perdão pelos resultados de suas ações e criações.
Ao se prenderem ao seu mundo próximo e com limites claros e estruturados, dentro das muralhas do conhecido, eles tendem a aplicar de certa maneira o cinismo que apregoam como básico: a convivência com pessoas menos inteligentes ou que podem ser conduzidas, seja na política, na ciência ou na vida, como turistas sem conhecimento ao encontrarem o novo.
Na discussão sobre o papel dos mecanismos que regem o mundo, abordam a evolução do pensamento humano, passando por Descartes e chegando aos nossos dias, onde vemos os líderes, as pessoas socialmente aceitas como condutores, pensando unicamente de forma mecanicista, aplicando a forma mais simples de conduzir: o modelo cartesiano, onde dividimos o todo em partes, para estudando e entendendo cada uma, procurar entender o todo. Este entender para os políticos seria controlar, induzir, prever.
Nesta ânsia, não poupam o custo do sacrifício da vida, da existência, aplicada a uma parcela da humanidade presa pelas quatro paredes dos modelos econômicos mecanicistas, que independente do custo social, só pensam na validação econômica de suas teorias e negociações. Os sistemas existentes não encorajam a prevenção, só a intervenção, que não consideram que só se constrói um modelo de sucesso no presente, se estimularmos o futuro. Chega-se a dedução de que precisamos adotar o modelo de intervenção colocado como feminino, nutriente, construtor, ao contraposto do modelo masculino basicamente dominador.
Para o desenvolvimento de uma condição de perpetuidade e oportunidades para o futuro, dentro deste conceito de nutriente, devemos aplicar um raciocínio ecológico, em contraponto ao pensamento cartesiano clássico, pensando em um mundo de recursos exauríveis, orgânicos e espirituais, sejam da natureza ou da capacidade de absorver as injustiças sociais.
Para poder entender e aplicar este pensamento, se faz crucial ativar a percepção, sendo que se somente as bordas da percepção aparecessem, tudo se desvendaria como realmente é.
Nesta forma sistêmica de pensar, identificamos os pilares como sendo as conexões, tudo se interconecta, formando mesmo com seus vazios e sem condições de definições exatas, a solidez da matéria, do pensamento e da estrutura do universo tangível. O que não vemos, o que não entendemos, necessariamente não pode ser abominado, relegado , sob pena de nossa cegueira estar baseada somente na miopia da falta de abertura para o novo.
Somos todos uma parte da teia imensurável e inseparável da relações, é nossa responsabilidade perceber as possibilidades do amanhã, pois antes de tudo somos os únicos responsáveis por nossas descobertas, nossas palavras, nossas ações, e os reflexos das mesmas no universo em que estamos inseridos.
Devemos entender e abrir nosso horizonte, para modelos sistêmicos, escapando do conforto dos processos, onde temos o controle, mas muitas vezes não a compreensão. Cabe dentro deste preceito teorizar sobre os sistemas vivos, onde temos o exemplo do homem que mirava uma árvore, mais do que caule, raízes, galhos e folhas, descobria vida, insetos, oxigênio, nutrientes, alimento, sombra, proteção, energia, uma síntese de integração.
O princípio para esta abertura é ver o todo, e antes de fracioná-lo entender sua conexão, interatividade, integração. Devemos ver o impacto global de nossa existência individual, nunca esquecendo que vivemos ciclos contínuos, renovação.
Um obstáculo para a expansão este pensamento é a clara e objetiva descoberta da interdependência, do fato de que mesmo sem o controle por parte de nossas ações, que nosso planeta flui em um processo vivo, se adaptando, transcendendo, progredindo, transgredindo padrões, evoluindo.
O pensamento voltado aos processos e não as estruturas, nos dá a ferramenta essencial para poder entender o princípio, os porquês e o caminho possível para esta evolução, conseguindo assim delinear a tênue e interlaçada margem entre o pensamento clássico cartesiano e o sistêmico totalmente integrativo, plotando o objetivo mestre das sociedades modernas, das mentes que buscam a perpetuidade no futuro: o desenvolvimento sustentável, a busca do equilíbrio. Fonte da resenha do filme: http://www.coladaweb.com/filosofia/pontodemutacao.htm

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Quem somos nós!? What the Bleep Do We Know!?

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O filme “Quem somos nós” faz uma aproximação entre física quântica e metafisica, pensando as possibilidades da realidade e as conseqüências das novas descobertas científicas para questões existenciais.
Chama-nos a atenção o fato de a física recente lançar questionamentos da ordem do real, reconhecendo a contingência e o grande papel das possibilidades. De fato, o estudo das partículas sub-atômicas aponta para o paradoxo espaço-temporal de um mesmo objeto estar em dois lugares ao mesmo tempo. Passando da ordem sub-atômica para uma realidade mais abrangente, perguntamo-nos o quanto há de contingente mesmo nas possibilidades da vida.
Outro fator relevante levantado pelo documentário é a importância do observador. Enquanto um átomo não é observado, ele é um feixe de possibilidades, mas quando há um observador, ele assume apenas uma forma. A realidade não é, portanto um dado puramente externo, como pensava a física clássica, mas uma construção do sujeito, como já apontavam os filósofos da mente.
Assim, questionamos também uma visão determinista ou fatalista da vida, e, com argumentos da própria ciência, aproximamo-nos do existencialismo que devolve ao homem a possibilidade de dar forma à sua vida através da sua liberdade ontológica. O ser humano, enquanto sujeito, é o grande ator e responsável pelo que ocorre a ele mesmo.
Do ponto de vista religioso, a constatação da constante interação entre tudo o que existe, seja no nível das partículas sub-atômicas, seja no nível da interligação dos eventos, pode dar uma certa sustentação à espiritualidade. No filme, essa religiosidade aproxima-se do zen-budismo e, às vezes, beira ao panteísmo. Mas o importante é demonstrar que a existência de Deus não precisa ser necessariamente um perigo para a razão, podendo até mesmo beneficiar essa visão globalizadora.
Além da física, o filme discute a neurociência e a biologia humana, mostrando como para o corpo, não há diferença entre um experiência real e um sonho ou fantasia. Ou ainda como podemos nos acostumar com a realidade tal qual a experimentamos uma primeira vez, dificultando novos níveis de compreensão e vivência. Uma nova experiência pode ser tão desconcertante que escapa aos sentidos imediatos.
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Ilha das Flores

Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.

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Dancem macacos, dancem. (dublado em português)

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É um divertido filme que faz uma análise da raça humana.
“Há bilhões de galáxias no universo observável e cada uma delas contém centenas de bilhões de estrelas, em uma dessas galáxias orbitando uma dessas estrelas há um pequeno planeta azul e este planeta é governado por um bando de macacos. Mas esse macacos não pensam em si mesmos como macacos. Eles nem se quer pensam em si mesmos como animais, de fato, eles adoram listar todas as coisas que eles pensam separá-los dos animais: Polegares opositores, autoconsciência, eles usam palavras como Homo Erectus e Australopithecus. Você diz to-ma-te eu digo to-ma-ti. Eles são animais, certo? Eles são macacos. Macacos com tecnologia de fibra ótica digital de alta velocidade mas ainda assim macacos. Quero dizer, eles são espertos, você tem que conceder isso. As pirâmides, os arranha-céus, os jatos, a Grande Muralha da China, isso tudo é muito impressionante, para um bando de macacos…”
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Carta do Chefe Seattle

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Em 1854, o governo americano fez uma oferta para comprar as terras da Tribo Suquamish. O chefe Seattle então respondeu através da carta abaixo, uma das mais belas e comoventes declarações de amor à nossa Mãe Terra que já foram feitas. Veja, leia e medite profundamente sobre cada palavra. Mostre para seus pais, irmãos, filhos, tios e amigos, espalhando mais e mais esta declaração de amor à Vida.
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chefe-seattle

A resposta do Chefe Seattle, aqui reproduzida na íntegra, tem sido considerada uma das declarações mais belas e profundas já feitas sobre o meio-ambiente:

“Como você pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? A idéia é estranha para nós.
Se nós não somos donos da frescura do ar e do brilho da água, como você pode comprá-los?
Cada parte da Terra é sagrada para o meu povo.

Cada pinha brilhante, cada praia de areia, cada névoa
nas florestas escuras, cada inseto transparente, zumbindo,
é sagrado na memória e na experiência de meu povo.

A energia que flui pelas árvores traz consigo a memória
e a experiência do meu povo.
A energia que flui pelas árvores traz consigo as memórias
do homem vermelho.

Os mortos do homem branco se esquecem da sua pátria quando
vão caminhar entre as estrelas.
Nossos mortos nunca se esquecem desta bela Terra,
pois ela é a mãe do homem vermelho.
Somos parte da Terra e ela é parte de nós.
As flores perfumadas são nossas irmãs, os cervos, o cavalo,
a grande águia, estes são nossos irmãos.
Os picos rochosos, as seivas nas campinas, o calor do corpo do pônei,
e o homem, todos pertencem à mesma família.

Assim, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que

quer comprar nossa terra, ele pede muito de nós.
O Grande Chefe manda dizer que reservará para nós um lugar
onde poderemos viver confortavelmente.
Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos.
Então vamos considerar sua oferta de comprar a terra.
Mas não vai ser fácil.
Pois esta terra é sagrada para nós.

A água brilhante que se move nos riachos e rios não é
simplesmente água, mas o sangue de nossos ancestrais.
Se vendermos a terra para vocês, vocês devem se lembrar de que
ela é o sangue sagrado de nossos ancestrais.
Se nós vendermos a terra para vocês, vocês devem se lembrar de que
ela é sagrada, e vocês devem ensinar a seus filhos que ela é sagrada
e que cada reflexo do além na água clara dos lagos fala de coisas
da vida de meu povo.
O murmúrio da água é a voz do pai de meu pai.

Os rios nossos irmãos saciam nossa sede.
Os rios levam nossas canoas e alimentam nossas crianças.
Se vendermos nossa terra para vocês, vocês devem lembrar-se de
ensinar a seus filhos que os rios são irmãos nossos, e de vocês,
e consequentemente vocês devem ter para com os rios o mesmo
carinho que têm para com seus irmãos.
Nós sabemos que o homem branco não entende nossas maneiras.
Para ele um pedaço de terra é igual ao outro, pois ele é um estranho
que chega à noite e tira da terra tudo o que precisa.
A Terra não é seu irmão, mas seu inimigo e quando ele o vence,
segue em frente.
Ele deixa para trás os túmulos de seus pais, e não se importa.
Ele seqüestra a Terra de seus filhos, e não se importa.

O túmulo de seu pai, e o direito de primogenitura de seus filhos
são esquecidos.
Ele ameaça sua mãe, a Terra, e seu irmão, do mesmo modo, como
coisas que comprou, roubou, vendeu como carneiros ou contas brilhantes.
Seu apetite devorará a Terra e deixará atrás de si apenas um deserto.
Não sei.
Nossas maneiras são diferentes das suas.
A visão de suas cidades aflige os olhos do homem vermelho.
Mas talvez seja porque o homem vermelho é selvagem e não entende.

Não existe lugar tranqüilo nas cidades do homem branco.
Não há onde se possa escutar o abrir das folhas na primavera, ou
o ruído das asas de um inseto.
Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não entendo.
A confusão parece servir apenas para insultar os ouvidos.
E o que é a vida se um homem não pode ouvir o choro solitário
de um curiango ou as conversas dos sapos, à noite, em volta de uma lagoa.
Sou um homem vermelho e não entendo.

O índio prefere o som macio do vento lançando-se sobre a face do lago, e
o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva de meio-dia, ou
perfumado pelos pinheiros.

O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas
compartilham o mesmo hálito – a fera, a árvore, o homem,
todos compartilham o mesmo hálito.
O homem branco parece não perceber o ar que respira.
Como um moribundo há dias esperando a morte,
ele é insensível ao mau cheiro.

Mas se vendermos nossa terra, vocês devem se lembrar de que o ar
é precioso para nós, que o ar compartilha seus espíritos
com toda a vida que ele sustenta.

Mas se vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la separada e sagrada,
como um lugar onde mesmo o homem branco pode ir para sentir o vento
que é adoçado pelas flores da campina.

Assim, vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra.
Se resolvermos aceitar, eu imporei uma condição – o homem branco
deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.

Sou um selvagem e não entendo de outra forma.
Vi mil búfalos apodrecendo na pradaria, abandonados pelo
homem branco que os matou da janela de um trem que passava.

Sou um selvagem e não entendo como o cavalo de ferro que fuma
pode se tornar mais importante que o búfalo, que nós só matamos
para ficarmos vivos.

O que é o homem sem os animais?
Se todos os animais acabassem, o homem morreria
de uma grande solidão do espírito.
Pois tudo o que acontece aos animais, logo acontece ao homem.
Todas as coisas estão ligadas.

Vocês devem ensinar a seus filhos que o chão sob seus pés
é as cinzas de nossos avós.
Para que eles respeitem a terra, digam a seus filhos que a Terra
é rica com as vidas de nossos parentes.
Ensinem as seus filhos o que ensinamos aos nossos,
que a Terra é nossa mãe.
Tudo o que acontece à Terra, acontece aos filhos da Terra.
Se os homens cospem no chão, eles cospem em si mesmos.

Isto nós sabemos – a Terra não pertence ao homem -
o homem pertence à Terra.
Isto nós sabemos.
Todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família.
Todas as coisas estão ligadas.

Tudo o que acontece à Terra – acontece aos filhos da Terra.
O homem não teceu a teia da vida – ele é meramente um fio dela.
O que quer que ele faça à teia, ele faz a si mesmo.

Mesmo o homem branco, cujo Deus anda e fala com ele como de
amigo para amigo, não pode ficar isento do destino comum.

Podemos ser irmãos, afinal de contas.
Veremos.
De uma coisa nós sabemos, que o homem branco pode um dia
descobrir – nosso Deus é o mesmo Deus.
Vocês podem pensar agora que vocês O possuem como desejam
possuir nossa terra, mas vocês não podem fazê-lo.
Ele é Deus do homem, e Sua compaixão é igual tanto para com
o homem vermelho quanto para com o branco.
A Terra é preciosa para Ele, e danificar a Terra é acumular desprezo
por seu criador.
Os brancos também passarão, talvez antes de todas as outras tribos.

Mas em seu desaparecimento vocês brilharão com intensidade,
queimados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e para algum
propósito especial lhes deu domínio sobre esta terra
e sobre o homem vermelho.
Esse destino é um mistério para nós, pois não entendemos quando os
búfalos são mortos, os cavalos selvagens são domados, os recantos
secretos da floresta carregados pelo cheiro de muitos homens, e a vista
das montanhas maduras manchadas por fios que falam.

Onde está o bosque?
Acabou.
Onde está a águia?
Acabou.
O fim dos vivos e o começo da sobrevivência.”

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A Vida Secreta das Plantas

A ecologia e os ecologistas “marcam touca”, como se diz, em não desvendarem nas escolas e nas universidades o mundo maravilhoso e real dos seres verdes que coabitam conosco o planeta terra. A Vida Secreta das Plantas transcorre ombro a ombro com a nossa, mas é como que se desenvolvesse numa dobra espacial invisível para todos nós e pertencente a um mundo fantástico e inimaginável pela grande maioria das pessoas. Garantimos que a preservação da natureza e dos seres que ela criou, com tanto desvelo e imaginação seria mais bem preservado e respeitado, diferentemente do que tem sido até agora, apesar de tantas e inócuas campanhas a nível mundial se, crianças e adultos aprendessem a adentrar no Reino dos Seres Verdes da Natureza.

Como tudo se iniciou

Clive Backster é um especialista norte americano exímio em detecção de mentiras. Deve-se a ele a abertura de uma “Caixa de Pandora” para a ciência, a “Vida Secreta das Plantas”, descerrados os seus segredos por um acaso excepcional e por estudos e testes desenvolvidos sob o maior rigor científico. A chave desta Caixa de Pandora é o efeito Backster.

Em 1996, Backster resolveu passar a noite na sua escola para operadores de polígrafos, local onde ensinava a técnica de detecção de mentiras a policiais e agentes de segurança de todo o mundo. De repente, num acesso súbito de intuição, ele aplicou os eletrodos de um dos seus detectores nas folhas de uma planta que enfeitava o escritório, uma bela “Dracena Mangeana.”
A dracena, ou árvore do dragão (Draco), mitologicamente é conhecida como produtora de uma resina elaborada a partir, supostamente, do sangue de dragão. O interesse de Backster era o de verificar em quanto tempo e de que modo a folha de dracena seria afetada pelo despejar de uma certa quantidade de água nas suas raízes.

O histórico da “Máquina de Detectar”

O polígrafo comporta um galvanômetro que ligado a um ser humano, por fios condutores de uma corrente elétrica baixa, obriga uma agulha a se mover ou uma ponta a traçar um gráfico num papel quadriculado móvel, que responde a imagens mentais “ou às sutis oscilações emotivas.”
Foi inventado no final do século 18 pelo padre Maximilian Hell S. J., de nacionalidade vienense e astrônomo da corte da Imperatriz Maria Tereza. A invenção teve o seu nome derivado de Luigi Galvani, físico e fisiologista italiano que descobriu a “eletricidade animal”. Juntamente com o galvanômetro, hoje em dia, temos um circuito elétrico, a “Ponte de Wheatstone”, honrando Sir Charles Wheatstone, físico inglês, inventor do telégrafo automático.
Esta “ponte” ali está para “avaliar a resistência, de modo que o potencial elétrico do corpo humano – ou sua carga elétrica – pode ser medido à proporção que flutua sob o estímulo do pensamento e das emoções”.
Para fins policiais, acompanhado por um relatório cuidadosamente bem estruturado, submete o suspeito a um interrogatório onde o interlocutor observa no gráfico as respostas que fazem a agulha saltar. Os “experts”, Backster, por exemplo, lendo os resultados deste gráfico, são capazes de detectar as fraudes, quando elas existem.

Descoberta Fantástica

“O que aconteceu a Backster, nos 10 minutos seguintes, iria revolucionar sua vida.”

Nestes 10 minutos fatais, após sua ligação nos eletrodos, a Dracena reagiu ao detector de forma semelhante à reação de um ser humano quando experiência um estímulo emocional de curta duração. Backster, aturdido, raciocinou: “As plantas se emocionam?”
Ele próprio, arrepiado pela emoção que sentia, rapidamente resolveu fazer a experiência seguinte: AMEAÇAR – a dracena. Seres humanos causam saltos no galvanômetro quando ameaçados. Backster, decididamente, enfiou uma folha da dracena na xícara do café que bebia, o café estava bem quente. Nada de notável aconteceu. O experimentador raciocinou mais um pouco e resolveu ser cruel: queimar, com a chama de um fósforo, a folha ligada aos eletrodos. Assim que esta idéia surgiu na sua mente – fogo – o gráfico mudou de forma dramática!
Backster estava paralisado, observando a ascensão prolongada da ponta que realizava o traçado no gráfico. Com um frio na espinha, Backster que não se movera um milímetro sequer do lugar desde que a idéia do fogo, da chama do fósforo lhe ocorrera, concluiu: “Será que esta planta leu a minha mente?” Ele precisava fazer outra experiência para provar a si próprio esta possibilidade fantástica. Saindo da sala, buscou uma caixa de fósforos em outro local. A sua volta, viu no gráfico uma outra e súbita alteração correspondente à sua idéia de levar a cabo a experiência de queimar a folha da planta. Entretanto, a reação fora menor, fora de dúvida quanto á execução da ameaça. Backster, internamente, relutara em cumprir com a sua ameaça. Ocorreu-lhe então, uma outra idéia e passou a bravatear ameaças à planta. Como se soubesse que ele fingia atitudes, a planta não reagiu mais. Outra evidência surgida? “A planta mostrara-se capaz de distinguir entre a intenção real e a simulada?”

Clive Backster estava afogado em emoções. Diz ele que a sua vontade era a de correr pelas ruas, como um arauto da antiguidade, gritando a plenos pulmões – “As plantas pensam.” Não o fez, evidentemente, seu espírito científico o obrigou à verificação lógica e meticulosa do fenômeno e à especulação sistemática de toda a aparelhagem para detecção de possíveis desarranjos.
Clive Backster e seus colaboradores aferraram-se nas pesquisas. Utilizaram outros instrumentos, outras plantas, frutos e legumes, agiram em outros locais do país e as respostas de mais de 25 variedades de plantas testadas foram todas semelhantes.
“As observações, sempre coincidentes, implicavam um novo enfoque da vida, com algumas conotações explosivas para a ciência.”

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=11

10 Comentários

  1. henrique disse,

    Setembro 17, 2008 às 11:29 am

    Muito boa iniciativa Gardel! Adorei “a história das coisas”. Vou divulgar pra muita gente!
    Tenho uma sugestão pra incluir nesse link do teu site: “The Meatrix”. Vc já viu?
    é do mesmo “Free Range Studio” da história das coisas. É ótimo.
    Grande abraço,
    Henrique

  2. margarida saraiva disse,

    Setembro 20, 2008 às 11:15 pm

    Muito interessante o vosso site
    Já o divulguei junto de amigos em portugal
    Não é por acaso que viemos viver para o sitio e deixamos a cidade e o trabalho lá .gostei dos vossos artigos
    É bom sabermos que tem gente que pensa como nós
    Um grande abraço

  3. Cláudia disse,

    Setembro 27, 2008 às 4:53 pm

    Olás! :-)
    Vcs não imaginam a alegria que tenho de chegar aqui. Comentei agora mesmo com meu marido que encontrei mais um “povo da nossa turma”…rs Já vimos a maior parte dos filmes e documentários indicados aqui. Muito bons!
    Há 15 anos saí do Rio de Janeiro e vim para São Lourenço-MG, onde meus pais já estavam morando (tb fugiram do Rio), criar meu filho recém-nascido longe da loucura de uma cidade grande. Muitas coisas aconteceram de lá pra cá, mas apesar de todas as dificuldades que surgiram por aqui não me arrependo da decisão. Agora, finalmente, surgiu a chance de comprarmos um terreno e pretendemos optar pela bioconstrução. É uma questão de coerência em relação a tudo que acreditamos, vivemos, falamos, sentimos.
    Pode ter certeza que voltarei sempre para visitar o Sítio Curupira!
    Grande abraço!
    Cláudia

  4. Carlos José R. T. Alves disse,

    Abril 17, 2009 às 3:14 pm

    “A Vida Secreta das Plantas” é um livro indispensável para aqueles que acreditam que a vida não se resume aos padrões definidos pelo homem moderno. Trata de assuntos importantíssimos, inclusive no que pertine à fertilização natural do solo e ao envenenamento de adubos químicos e suas consequências à vida do ser humano. Traça paralelos entre o manejo e transformação dos alimentos e a saúde e até mesmo nos ensina sobre espiritualidade e força do pensamento. Encontrado em sebos por preços razoáveis, acrescenta, em muito, nossas experiências de vida.

  5. eloy disse,

    Julho 26, 2009 às 8:43 pm

    Gostaria de humildemente sugerir ao administrador desse maravilhoso site a inclusão do documentário HOME e o filme Na natureza selvagem. Obrigado.

    • sitiocurupira disse,

      Agosto 7, 2009 às 5:00 pm

      Muito obrigado Eloy pela dica, o trailer do documentário já está postado na página. Sempre que tiver alguma sugestão ou opinião referente ao tema da página é só enviar, que na medida do possível publico na página do Curupira.

  6. Luiz Barbosa de Lima (Lula) disse,

    Agosto 26, 2009 às 8:05 am

    Sou bancario e uma das maneiras de me livrar do estresse diário é correr para um terreno no final de semana onde crio galinhas, patos e guinés, apesar de ser um lugar árido (interior de Pernambuco). Como pretendo iniciar uma horta, acabei descobrindo a página de vocês. Já adicionei-a como favorito. Valeu!

  7. Silvia disse,

    Setembro 6, 2009 às 12:46 am

    Gostei muito de conhecer esse espaço de pessoas que valorizam a vida e reconhecem a importância de todos e cada um para cuidarmos uns dos outros e de Gaia;Gostei dos videos, alguns conhecia e outros estou divulgando com as referências da fonte pois creio que somos todos elos de uma grande teia cósmica despertando para o Lar.

    Obrigada pela partilha.
    Namastê

  8. isabelle disse,

    Outubro 10, 2009 às 1:00 pm

    mandei a mensagem com email errado :
    Repetindo quero saber si existe cursos na minha regiao litoral norte de sao paulo , municipio de sao sebastiao sobre Agrofloresta para agricultura familiar

  9. Rogério Vieira (BikeUrbanity) disse,

    Outubro 10, 2009 às 6:45 pm

    Olá, muito bem escolhidos os temas destes videos, vou encaminhar para a lista de discuções a qual eu faço parte Bicicletada-sp.


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