Frutos do Sítio

AVISO AOS INTERESSADOS EM MUDAS E SEMENTES.

NÃO ENVIAMOS MUDAS OU SEMENTES PELO CORREIO, mas postamos os pedidos nesta página para os internautas e interessados fazerem diretamente as suas trocas. Por isso é importante colocar o estado e cidade que vocês residem, bem como seu e-mail, pois pode haver alguém muito próximo que cultiva a planta que você procura, facilitando muito a troca.

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Meloncito, meloncito-dos-andes, pepino-doce ( Solanum muricatum) 

melãonzinho dos andes 15cmO melonciteiro é uma frutífera nativa dos Andes e cultivada há séculos por povos pré-colombianos conforme atestam as pinturas sobre potes daquela época; introduzida recentemente no Brasil, já é cultivada em pequena escala. É uma herbácea perene, caducifólia, de ramos decumbentes com enraizamento nos nós, de menos de 50 cm de altura. Folhas simples, mas algumas vezes compostas, membranáceas, ligeiramente discolores, gradas, de 6-12 cm de comprimento, com nervuras impressas em cima e salientes na face inferior. Flores andróginas, agrupadas em pequenas eflorescências terminais, formadas durante quase o ano inteiro. Frutos elipsóides, de casca lisa e fina, com polpa suculenta e adocicada; maturação no verão. Os frutos são consumidos principalmente in natura e em saladas. Multiplica-se por sementes ou estacas. Fonte de pesquisa: Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas, Harri Lorenzi.

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 Açafrão-da-terra (Curcuma longa)

“Seu valor medicinal é tão grande que faz toda comida virar remédio.”

açafrãodaterra 15cmTemperar é preciso, comer não é preciso. Alimentos podem encher a barriga, mas o que lhes dá mais alcance, profundidade e transcendência são as especiarias.
A cúrcuma, que em inglês se chama turmeric e em hindu haridra, é um desses temperos com os quais a vida melhora muito. E seu valor medicinal é tão grande que faz toda comida virar remédio.
Na feira você vai encontrá-la em forma de um pó amarelo-ouro que realça o sabor da comida e dá cor a qualquer coisa, do curry indiano à roupa dos monges. É boa para a pele, baixa o colesterol, protege o fígado, atua contra o câncer, trata a artrite, ajuda a digestão das proteínas, promove a absorção e regula o metabolismo, além de ser antiinflamatória, antimicrobiana, antioxidante, depurativa, desintoxicante, calmante e protetora do sistema cardiovascular. Chega? Não: faltou dizer que ajuda a formar o muco protetor do estômago e é muito útil em gripes, resfriados e dor de garganta. Seu apelido “açafrão-da-terra” se deve à semelhança da cor da cúrcuma com a dos caríssimos estigmas da flor de açafrão, Crocus sativus, que dão um inigualável aroma e cor amarelada aos pratos com eles preparados na Espanha, na Índia, no Irã. Cento e cinquenta mil flores são necessárias para produzir um quilo de estigmas de açafrão – minúsculos filamentos que, dentro da flor, recolhem o pólen.
Já a cúrcuma (Curcuma longa) é irmã do gengibre e da galanga: fora da terra dá folha e flor, dentro guarda em segredo uns dedinhos tortos, marrom-alaranjados, que se pode usar frescos no inverno, quando são colhidos, para depois cozinhar no vapor, secar e moer os que sobrarem. Frescos: ralar, espremer, juntar o caldo no tempero do camarão, do peixe, do frango, do arroz ou dos legumes na hora de refogar. Em pó: guardar num vidro, misturar com outros temperos como fazem na Índia, usar um pouquinho em tudo o que for cozinhar – 1/4 a 1/2 colher (chá) por dia no total. Combina bem com gengibre, cardamomo, semente de coentro. Misturada a gorduras, a absorção (da cúrcuma) aumenta.
CHÁ Para gripe ou resfriado persistentes: 1 colher (chá) de cúrcuma em pó, 500 ml de água fervendo. Deixar em infusão durante 10 minutos. Tomar 3 vezes ao dia com um pouquinho de mel.
LAMBEDOR Para dor de garganta, polvilhar 1 colher (chá) de mel com pitadinhas de cúrcuma e lamber devagarinho http://www.soniahirsch.com/2009/04/curcuma-ou-acafrao-da-terra-todo-dia.html - Sonia Hirsch – jornalista, escritora, editora e única autora da Correcotia

Um pouco mais sobre a cúrcuma

Muita gente confunde cúrcuma com o açafrão, a especiaria rara que colore e dá sabor à paella. A cúrcuma também confere sabor e dá cor, só que com personalidade muito própria. Aliás, muita paella por aí recebe um reforcinho extra deste corante (quando não de amarelo tartrazina), já que é infinitamente mais barato. Mas, pela similaridade de atitude, pode ser chamada de açafrão-da-terra ou açafrão-da-índia, embora haja um abismo de diferenças entre este tubérculo e os estigmas da flor de açafrão, caríssimos. Por aqui recebe ainda outros nomes: gengibre-dourado, açafrão-do-amazonas ou açafrão-de-raiz. Por sinal, os nomes revelam muito de sua natureza colorífica, afinal açafrãoZa´faran, que quer dizer amarelo, assim como o persa kurkum ou o sânscrito kum-kuma, que deram origem ao nome científico Curcuma longa. Em inglês é turmeric, que vem do latim terra merita ou mérito da terra. vem do árabe

Hoje a gente encontra cúrcuma no Brasil todo e em todos os países tropicais, mas a planta é nativa do Sul e Sudeste Asiático. Da família das zingiberáceas, como o gengibre, a parte de maior interesse da cúrcuma são os rizomas que crescem debaixo da terra, de coloração laranja ou avermelhada. Na Ásia, já era usada como especiaria, corante e remédio há 4 mil anos. Hoje é usada na fitoterapia, com efeitos comprovados, como digestiva, estimulante da vesícula biliar, hepatoprotetora e imunoestimulante. Além disso, o pigmento de nome curcumina age como potente antioxidante.
É um tempero comum em vários países asiáticos, especialmente na Índia. É o que dá aquela cor amarela parte parte do sabor na maioria dos curries indianos e entra em quase todos pratos de carne, vegetais ou grãos. Não é muito fácil ser encontra fresca, como estas que colhi em Fartura, mas, quando recém-colhida, tem uma fragrância fresca e sabor algo amargo e picante. O que se acha no mercado é o produto em pó fino, resultado da secagem e trituração dos tubérculos, com perfume almiscarado e sabor lembrando um pouco o gengibre. Na Indonésia, as folhas frescas, com delicioso perfume de manga verde, também são usadas como aromatizante em pratos com molho ou sopas. O fato é que cada país que cultiva tem hoje seus usos mais comuns. No Brasil costuma ser usada para colorir arroz, pratos com galinha, peixe ou frutos do mar. E, embora não seja comum, em alguns países aparece em pratos doces como no bolo libanês Sfoof, feito com semolina.

Cultive você mesmo

Se tiver a sorte de encontrar cúrcuma fresca por aí (quando é época – agora – costuma aparecer em alguns supermercados e hortifrutis), enterre algumas para ver brotarem as folhas e use como tempero (ou espere um pouco mais e colha novos rizomas). Para conservar frescas, lave bem e congele. Na hora de usar, espere descongelar um pouco e rale. Mas use luvas e uma tábua que possa ser manchada, pois ela tinge tudo o que passar por perto. E lembre-se que uma parte do pó equivale a duas do produto fresco. Ou mais. Se quiser secar, é só fatiar fino, deixar secando na sombra seca e depois triturar no liquidificador.

Brinque de tingir

O pigmento da cúrcuma é muito sensível à alcalinidade, principalmente quando aquecido. Junto com bicarbonato ou fermento químico, nos bolos, por exemplo, ganhará uma linda cor vermelha. Adicione 1 colher (chá) para cada 300 g de farinha e o bolo ficará amarelinho. Se usar o dobro, o bolo poderá ficar vermelho e ainda ganhará um toque intrigante de especiaria, que poderá ser intensificado com um pouco de erva-doce ou canela em pó.

Faça um teste: coloque um tanto de cúrcuma em água e leve para ferver. Mergulhe aí um pedaço de pano branco. Ele deve ficar amarelo. Se quiser, fixe com sal. Aponte agora um pedaço de sabão como lapis e escreva ou faça desenhos sobre o pano ainda molhado. O sabão, que é alcalino, produzirá riscos vermelhos. Se arrependeu? quer apagar tudo? é só lavar tudo com vinagre que a cor amarela volta ao normal. Por isto, se manchar uma roupa com cúrcuma ou curry, não passe sabão. Se não, só mudará a cor da mancha para pior. Melhor lavar só com água ou com limão ou vinagre branco.

Fonte: http://come-se.blogspot.com/2009/07/e-hora-de-colher-curcuma.html

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Inhame chinês ou taro.

inhame2A vantagem é que taros (antes, conhecidos como inhames) duram uma eternidade fora da geladeira, em local fresco. É um ótimo recurso energético que substitui o pão no café da manhã (cozido, com manteiga) e as batatas nos cozidos, inhoques, purês, bolinhos, sopas, gratinados. Assim como a mandioca, pode fazer escondidinhos, pães macios, sopas e suflês. inhameE em comparação com a batata, além de durar mais, não é tóxico quando começa a brotar, diferente daquela que, em poucos dias brota, fica esverdeada e vira uma bomba de solanina, um componente tóxico aumentado nestas situações. Outra coisa boa é que taros são rústicos no cultivo – estes, de Fartura, crescem no brejo, sem cuidado algum. E, mesmo os vendidos no mercado levam muito menos ou nenhum defensivo químico. Já as batatas… http://come-se.blogspot.com/2008/08/um-bitelo-de-um-taro-inhame.html

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Cará-moela, cará-do-ar ou inhame-do-ar: Dioscorea bulbifera

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O cará- moela pode ser considerado a “batata da agrofloresta”. Cresce muito bem em meia sombra dentro da agrofloresta no seu estágio de desenvolvimento, onde predominam as espécies da mata secundária. Pode ser plantado junto ao tronco de árvores frutíferas como aparece na foto acima.

Produz bulbos aéreos arredondados ou em forma de moela. Na África, essa espécie pode alcançar até 2 kg. Diferente do “cará-da-terra”, o Dioscorea alata, mais comum, que dá o tubérculo embaixo da terra e é a espécie mais difundida no Brasil, o

cará-moela tem textura menos granulosa e um ligeiro amargo característico muito bom. É mais cremoso depois de cozido, menos viscoso e a polpa pode ser esverdeada ou arroxeada.

Fonte: (www.come-se.blogspot.com, www.agrofloresta.net).

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Cafezinho à Moda Curupira.

Primeiro – Escolha frutos maduros de coloração vermelho escuro. Prefira as plantas que ficam no meio da mata, pois elas são bem menos estressadas, por tanto mais felizes. E por incrível que pareça frutos que são colhidos em cultivos agroflorestais são exclusivamente para exportação, pois seu aroma e sabor são incomparáveis ao cultivado tradicional.

Segundo - Esprema as sementes como uvas maduras. É bem mais fácil secá-las sem a casca vermelha.

Terceiro – Lave as sementes para tirar um líquido viscoso que as envolve, depois as coloque sob o sol para secar, pode demorar de 4 a 6 dias.

Quarto – Quando perceber que a casquinha externa da semente está firme e crocante é hora de levá-las para o pilão. Não pile com muita força para não danificar a semente. Comece com poucas sementes para pegar jeito.

Quinto – Após retirar a casca é hora de separá-la da semente, pois está misturada. Use uma tela de metal ou vime e faça pequenos lanços para cima e deixe o vento levar a casquinha. Após alguns segundos fica só a semente sobre a tela.

Sexto – Leve a semente ao forno para torrar. Bem, agora irá valer a experiência, pois se torrar de menos o café fica sem aroma e sem sabor, e se torrar de mais pode ficar amargo. Torre pequenas quantidades para pegar o jeito e sinta o aroma em cada momento.

Sétimo – Use um moedor manual para fazer a moagem, se não tiver use um liquidificador, o pó não fica tão fino, mas quebra o galho.

Oitavo – Daqui pra frente faça do seu jeito, fraco ou forte, filtro de papel ou de pano, amargo ou com açúcar, o importante é não tomar demais. Cafezinho é tudo de bom, mas fique ligado, pois em excesso vicia e faz mal a saúde. Beba com moderação!

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Ora-pro-nobis - Pereskia aculiata

Uma planta rica em proteínas que pode ajudar a minimizar o problema da fome não só no Brasil.

Conhecida popularmente como “ora-pro-nobis”, a planta Pereskia aculiata pertence à família dos cactos. É uma cactácea nativa da região que vem desde a Flórida até o Brasil. Trata-se de uma trepadeira que apresenta folhas suculentas e comestíveis, cuja forma lembra a ponta de uma lança. Por apresentar ramos repletos de espinhos e crescimento vigoroso, a planta pode ser usada com sucesso como uma cerca-viva intransponível.

Do ponto de vista ornamental, a “ora-pro-nobis” apresenta uma florada generosa que ocorre entre os meses de janeiro a abril, produzindo um espetáculo surpreendente. O curioso é que poucas pessoas conhecem ou tiveram a oportunidade de presenciar sua floração que, embora seja exuberante, é efêmera, pois dura apenas um dia. Uma outra característica interessante é que suas flores são muito perfumadas e melíferas, tornando o seu cultivo indicado também aos apicultores.

Após a floração, o “ora-pro-nobis” produz frutos em forma de pequenas bagas amarelas e redondas, entre os meses de junho e julho. E aí vem um ponto importante a ser observado: nem todas as variedades desta planta são comestíveis; apenas a que tem flores brancas, com miolo alaranjado e folhas pequenas.

Pão e macarrão verdes

As folhas do ora-pro-nobis, desidratadas, contém 25,4% de proteína; vitaminas A, B e C; minerais como cálcio, fósforo e ferro. É uma planta que merece atenção especial por seu alto valor nutritivo e facilidade de cultivo, inclusive doméstico.

Por apresentarem fácil digestão, as folhas da planta podem ser usadas de diversas formas. Uma boa alternativa é triturá-las com água no liquidificador e juntar à massa do pão, acrescentando ao alimento mais nutrientes e uma atraente cor verde. O mesmo pode ser feito com a massa de macarrão. As folhas podem também enriquecer saladas, refogados, sopas, omeletes, tortas ou mesmo dar mais riqueza ao nosso velho arroz-com-feijão.

O cultivo mecanizado e o processamento industrial do ora-pro-nobis poderiam representar uma revolução nos recursos alimentícios da humanidade. No entanto, essa planta é pouco conhecida. Ela poderia integrar planos de governo na recuperação de áreas degradadas e no combate à fome, mas os políticos são cegos para o que o povo precisa. Assim, enquanto o ora-pro-nobis não desperta interesse no plano governamental, o cultivo doméstico pode representar o primeiro passo para a abertura de uma nova alternativa para as regiões áridas.

Os estudos para o desenvolvimento genético dessa planta poderiam trazer grandes benefícios, mas enquanto isso não acontece, o ora-pro-nobis pode ser cultivado em jardins e quintais, onde suas propriedades nutricionais e ornamentais têm a oportunidade de ser exploradas.

Pão verde com ora-pro-nobis:

Ingredientes

50g. de fermento para pão em tablete

½ copo de água morna

½ copo de água fria

2 colheres (sopa) de margarina

2 ovos inteiros

1 colher (sopa) rasa de açúcar

1 colher (sobremesa) de sal

500g. de farinha de trigo (pode ir um pouco mais ou menos, dependendo do ponto da massa)

100g. de folhas de ora-pro-nobis

Modo de fazer

Dissolver o fermento juntamente com açúcar na água morna. Misturar em seguida os ovos, a margarina e o sal. Reserve. Colocar as folhas de ora-pro-nobis no liquidificador e bater com a água fria. Juntar aos ingredientes reservados, adicionando a farinha até que a massa comece a soltar das mãos.

Sovar bem e deixar descansar até que dobre de volume. Dividir a massa em dois pães e colocar novamente para crescer. Levar para assar em forno já aquecido.

Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A03orapronobis.htm

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Cacau-do-maranhão, Amendoim-de-árvore – Bombacopsis glabra

 

Árvores pequenas de 4 a 6 metros de altura, muito ornamental. Tronco verde liso, com lenticelas brancas. Folhas compostas, digitadas, de 5 a 8 folíolos esparsamente pubescentes, de 10 a 27 cm de comprimento, com estípulas caducas, margem inteira. Flores solitárias ou geminadas. Fruto cápsula lenhosa, ovóide, vermelha. Sementes grandes sub-globosas, estriadas, envolvidas por densa e longa pilosidade. Floresce de setembro a novembro e seu frutos podem ser colhidos de Janeiro a fevereiro. As sementes são comestíveis, com sabor semelhante ao do cacau ou amendoim e a planta é largamente usada como ornamental e para cercas vivas. A madeira é utilizada na confecção de utensílios leves. O plantio pode ser feito por estaquia de árvores que já produzem frutos, pois no próximo ano já é possível colher frutos. Nasce também de sementes, mas preparem-se para esperar uns bons anos antes da primeira florada. Sugiro que façam as duas coisas.

Foto acima: Não tinha intenção de plantar o Cacau-do-maranhão com uma estaca tão pequena, só usei para marcar o lugar onde replantei uma muda de palmito juçara. O palmito acabou morrendo e a estaca brotou e já deu frutos. E o Guri, meu cachorro, está como testemunha para não acharem que é mentira.

Dica Curupira: O fruto costuma “estourar” logo que cai no chão, fazendo com que as castanhas espalhem-se pelo terreno. A coleta tem que ser logo nos primeiros dias, pois a semente costuma germinar rapidamente. Antes de levá-las ao forno, sugerimos um pequeno corte na semente ainda com a casca (veja foto), para evitar que ela estoure como uma pipoca. O ponto ideal para comê-las é quando estiverem nem claras, nem escuras demais. Vá experimentado até perceber que a parte interna da semente está firme com a mesma coloração de um amendoim assado. Para nós que nunca comemos semente de cacau assada, esta amêndoa tem o mesmo gosto do amendoim, porém mais suave. Sou alérgico a amendoim e descobri no Cacau-do-maranhão uma ótima alternativa.

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Amora-vermelha – Rubus rosifolius

Esta amora é nativa do Brasil e sua ocorrência vai de Minas Gerais e Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul. Seus frutos são ocos e carnosos, de sabor doce e agradável. Pode ser consumida no seu estado natural e na forma de doces e geléias. Quando compramos o sítio, não existia esta amora no terreno. Vimos, no entanto, algumas mudas no sítio de nosso vizinho. Como já conhecíamos esta fruta das recordações de nossa infância, resolvemos plantá-la no sitio.

amoras-21aPara muitas pessoas este arbusto é considerado uma erva daninha e é rapidamente eliminado para dar lugar para o pasto do gado ou cavalo. Atualmente é a fruta que mais produz no Curupira e dela fazemos uma geléia deliciosa. Temos o privilégio de degustá-las direto do pé quase todos os dias. Misturá-la com banana para fazer doce é a dica do Curupira, pois fica uma delícia. É uma planta muito rústica e se propaga rapidamente e o melhor de tudo é que não precisa de nenhum cuidado, pois não necessita de adubo ou repelentes contra insetos predadores. Uma poda anual ajuda a retirar galhos secos para dar espaço aos novos brotos que virão.

Referência bibliográfica: Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas, Harri Lorenzi

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Yacon – Smallanthus sonchifolius

O yacon reduz, com eficácia, o nível de glicose em portadores de diabetes.

Comido ao natural, ele tem gosto de pêra. Com um litro de água e uma colher de sopa das folhas moídas, faz-se um chá. Desidratadas, as raízes oferecem um salgadinho crocante. Além do sabor agradável, o alimento possui propriedades antioxidantes e medicinais, sendo utilizado com sucesso na melhoria da flora intestinal, na redução do colesterol e no controle do diabetes. O responsável por todas essas qualidades especiais origina-se nos Andes e chama-se yacon (Smallanthus sonchifolius). Primo do girassol e da chicória, é consumido desde os tempos pré-colombianos. Introduzido no DF em 2000, o alimento virou presença constante em supermercados e verdurões da cidade. A crescente procura tem uma explicação. Pela sabedoria popular, o yacon reduz, com eficácia, o nível de glicose em portadores de diabete tipo dois, que surge com o passar da idade. Tanto que a planta recebeu o apelido de “batata dos diabéticos”, mesmo sem ter parentesco direto com a batata.

O mecanismo pelo qual ocorre o controle da glicose ainda não está claro. Uma das possíveis explicações é que o yacon armazena reservas, não na forma de amido, mas de açúcares conhecidos como frutooligossacarídeos (FOS). De baixo teor calórico, mas sem perder o sabor doce, os FOS atuam como adoçantes naturais. Além disso, como todo alimento rico em fibras solúveis, o yacon torna a absorção da glicose mais lenta. Há dois anos, o médico Gutenberg Tupinambá receita 100 g da raiz, duas vezes ao dia, imediatamente antes das refeições, a pacientes do Centro de Saúde 5, de Taguatinga. “Em 24 horas, a pessoa sente a diferença”, garante o médico, sem deixar de ressaltar que o yacon representa apenas um tratamento complementar. Segundo ele, as pessoas aceitam bem o alimento. “É diferente de propor um remédio”, avalia. Fonte: www.saudenarede.com.br

Mais informações sobre o Yacon

Yacon – alimento ou remédio?

Por: Rose Aielo Blanco*

É interessante observar as duas facetas desta planta: trata-se de um alimento,
mas sua fama é maior mesmo como medicinal

Até meados dos anos 80, o yacon (Smallanthus sonchifolius) era uma planta praticamente desconhecida no Brasil. Parente distante do girassol, com aparência de batata-doce, textura e sabor semelhantes aos da pêra, começou a ganhar notoriedade quando foram descobertas peculiaridades em sua composição química que poderiam ser benéficas à saúde humana.

Esta raiz apresenta elevado teor de água, poucas calorias e, ao contrário da maioria das espécies tuberosas que armazenam energia na forma de amido, o yacon tem como principal carboidrato os frutooligossacarídeos (FOS), que têm se destacado em vários estudos por exercerem atividade bifidogênica, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias no intestino que protegem contra o efeito de bactérias invasivas e patogênicas.

O yacon é uma raiz tuberosa originária dos Andes que atualmente já é considerada um alimento nutracêutico. Cultivada e consumida desde os tempos pré-incas, desenvolve-se desde a Colômbia e Venezuela, até o noroeste da Argentina, em altitudes que vão de 2 a 3 mil metros. Na língua Quéchua, seu nome origina-se de “yacu e unu” , que significam “água” e de “yakku” que significa “aguado ou aquoso”. Em outro idioma andino – o Aymara – o yacon é conhecido como “aricoma” ou “aricuma” – termos mais utilizados em certas áreas da Bolívia. No idioma Quéchua, esta raiz tuberosa é chamada de “llagon” ou “yacumpi”. Na Colômbia, seu nome – “arboloco” revela a influência hispânica e no Equador seus nomes populares são bem parecidos entre si: “jicama” ou shicama”. Outros nomes pelos quais o yacon é conhecido: “yacon strawberry” (EUA), “poire de terra” (França), “polimnia” (Itália), “leafcup” (Inglaterra). Aqui no Brasil a planta é conhecida como “batata yacon” ou “batata diet”.

Alimentício ou medicinal?

Se for consumido ao natural, o yacon tem sabor de pêra. Desidratado, rende um salgadinho “chips” bem crocante. Pode ser cozido e entrar no preparo das refeições como uma batata comum. Das folhas (uma colher de sopa para um litro de água) pode-se fazer um chá. Além do sabor agradável, atribui-se ao yacon propriedades antioxidantes e medicinais, sendo utilizado na melhoria da flora intestinal, na redução do colesterol e no controle do diabetes.

É mesmo interessante observar as duas facetas desta planta: trata-se de um alimento, mas sua fama é maior mesmo como medicinal. No folclore andino encontram-se referências de seu uso para combater problemas renais e hepáticos desde épocas muito antigas. Na Bolívia, o yacon é usado para controlar diabetes e tratar problemas digestivos. Em algumas regiões do Peru, o yacon é considerado anti-raquítico. No Japão, o chá das folhas do yacon é usado para controlar a diabetes e reduzir o colesterol ruim.

Ao contrário da maioria dos tubérculos e raízes que armazenam carboidratos na forma de amido, o yacon armazena essencialmente frutooligossacarídeos do tipo inulina, ou seja, açúcares que não podem ser digeridos diretamente pelo organismo humano em razão da ausência de enzimas necessárias para o metabolismo destes elementos e são considerados compostos bioativos na alimentação humana.

O yacon apresenta boa quantidades de potássio e em menores quantidades cálcio, fósforo, magnésio, sódio, ferro, zinco e vitamina C. Outro composto encontrado é o triptofano, presente em quantidades médias. Além de nutracêutico, o yacon é reconhecido como o alimento com maior conteúdo de frutooligossacarídeos na natureza. A atividade prebiótica dos frutooligossacarídeos presentes no yacon tem sido associada a efeitos benéficos à saúde como alívio do intestino preso, aumento capacidade de absorção de minerais, fortalecimento do sistema imunológico e diminuição do desenvolvimento de câncer de cólon. Efeitos cientificamente comprovados quando os frutooligossacarídeos são consumidos em dosagens recomendadas.

Verificou-se que o consumo do yacon não eleva os níveis de açúcar no sangue, o que levou à sua fama como o “alimento ideal dos diabéticos” e até o nome popular “batata dos diabéticos”. Além disso, suas folhas, na forma de chá, são indicadas para auxiliar a reduzir os teores de glicose no sangue e o colesterol.
“É um alimento dietético e diabético”, segundo o especialista em yacon, Michael Hermann, líder do projeto raízes e tubérculos Andinos, em Lima (Peru). De acordo com Hermann, foi no Japão que as qualidades da oligofrutose do yacon foram descobertas. “Os japoneses também descobriram que as folhas usadas no chá evitam picos que o diabético tem quando come alimentos açucarados ou com muito amido, que é quando o nível do seu açúcar no sangue aumenta violentamente”. “Parece que o chá diminui os picos”, disse ele. Testes com animais ainda estão sendo realizados para comprovar o efeito. Hermann disse, ainda, que as raízes yacon não provaram ter o mesmo efeito paliativo que suas folhas.
Pertencente à família das Asteráceas, o yacon apresenta raiz tuberosa, ou seja, uma raiz subterrânea muito espessa que acumula substâncias de reserva de energia para a planta. Outros exemplos de raízes tuberosas são a cenoura, o rabanete, a mandioca, a batata-doce, a beterraba e o nabo.

O yacon ou polínia é muito confundido com a batata-doce (Ipomoea batatas), mas há um detalhe entre eles que faz toda a diferença: a batata-doce armazena amido como principal carboidrato, o que não ocorre com o yacon. A planta, muito rústica e bem resistente à seca, mede de 1 a 2,5 metros de altura. É muito adaptável quanto ao clima, à altitude e aos tipos de solo, podendo ser cultivada com sucesso mesmo em países de clima quente como o Brasil.

Entre 6 e 10 meses após o plantio, a planta alcança sua maturidade fisiológica. É quando as flores começam a desabrochar. A seguir vem a fase de senescência de toda a parte aérea. Entre 10 a 12 meses após o plantio, quando a parte aérea está totalmente seca, é realizada a colheita das raízes tuberosas para consumo e as partes que serão utilizadas como material de propagação para o próximo plantio.

O yacon possui em suas folhas dois sistemas de defesa: uma trama de pêlos que dificulta o acesso dos insetos e uma alta densidade de glândulas. A associação destes dois mecanismos faz com que as folhas de yacon sofram menos ataques de insetos, permitindo seu cultivo sem a utilização de agrotóxicos.

Curiosidades sobre o yacon:

* Sua raiz tuberosa possui sabor semelhante ao de frutas como o melão e a pêra, com polpa levemente amarelada, crocante e aquosa. Quando colhidas, as raízes tendem a apresentar sabor amiláceo, para corrigir o sabor, elas são expostas à luz solar por muitos dias após a colheita, a fim de intensificar seu gosto doce. Esta técnica é conhecida como “soleado”.

* As raízes são consumidas geralmente cruas e descascadas, uma vez que a casca possui sabor resinoso. Outras formas de consumo são a fritura, o cozimento a vapor ou em água.

* Nos mercados locais andinos, o yacon é classificado como fruta e é exposto à venda juntamente com as maçãs, os abacates e os abacaxis, ao invés de serem colocados com as batatas e outras culturas de tubérculos e raízes.

* No Japão, as raízes tuberosas são transformadas em produtos de panificação, bebidas fermentadas, pó ou polpa liofilizada e até picles.

* Rose Aielo Blanco é jornalista e editora do www.jardimdeflores.com.br

Fontes de consulta: http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A44yacon.htm

Revista eletrônica do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Catarina. Valentova K, Cvak L, Muck A, et al.

Antioxidant activity of extracts from the leaves of Smallanthus sonchifolius. Eur J Nutr. 2003;42(1):61-6.ybar MJ, Sanchez Riera AN, Grau A, et al.

Hypoglycemic effect of the water extract of Smallantus sonchifolius (yacon) leaves in normal and diabetic rats. Ethnopharmacol. 2001;74(2):125-32.

ADA – American Diabetes Association – www.diabetes.org

49 Comentários

  1. Suzana disse,

    Maio 2, 2008 às 7:07 pm

    Gardel e Simone
    Agradeço imensamente por terem “nos apresentado” ao Yacon… Adoramos! E agora plantamos nossas mudinhas para crescerem no Yvy…
    Um beijão
    Suzana e Jorge

  2. REGINA OLIVEIRA disse,

    Junho 21, 2008 às 12:29 am

    Conheci a fruta yacon em um mercado em Belo Horizonte e fiquei curiosa paar saber a respeito. A matéria de vocês, esclareceu quase tudo… quero muito saber como eu faço para adquirir mudas para poder ter em casa? Meu irmão é diabético, e com certeza, será ótimo ter em casa. Agradeço e solicito retorno de vocês.
    Um grande abraço.
    Regina Olliveira

    • Andrea Christina Mendonça disse,

      Agosto 31, 2009 às 11:51 am

      Bom dia.
      Gostaria de saber como adquirir mudas de batata yacom para plantio. Moro em Belo Horizonte.
      Grata.

      • sitiocurupira disse,

        Agosto 31, 2009 às 12:42 pm

        OLá Andrea Christina.
        Também não conheço nenhum fornecedor de mudas de Yacon ai na sua região.
        O que posso fazer é deixar postado sua intenção em adquirir mudas na página do Curupira.
        Boa sorte, Gardel Silveira.

  3. Cynthia Freitas disse,

    Setembro 8, 2008 às 11:57 am

    Gardel e Simone,

    Que encorajador o trabalho de vcs. Sai de SP e estou morando em uma chacara em Jundiai – SP. Estou cada vez mais me envolvendo com a terra, e acho maravilhosa a experiencia que meu marido, meu filho de 4 anos e eu estamos passando. Se estiverem na regiao, passem para tomar um cafe. (Puxa vida…acho melhor um cha, pois com o cafezinho de vcs nao da para competir)
    Um abraco

    Cynthia

  4. Setembro 8, 2008 às 9:28 pm

    Olá Simone e GArdel!!
    Adoramos receber notícias e principalmente esse site maravilhoso.Continuem mandando sempre novidades , que generosidade de vcs, gratos.
    Ah Simone, apareça, conseguimos uma casa , já temos até plantaçoes, venha nos visitar, é acadêmico Nilo MArchi, 157, na mesma rua de antes, só um pouco mais acima.
    Beijão
    Roselei e Tarcisio

  5. Cláudia disse,

    Setembro 27, 2008 às 5:15 pm

    Tenho amora vermelha (arbusto) e a amora preta (árvore) no meu pequeno quintal. Adoro as duas! Daqui a uns dias já poderei começar a produção de geléia.
    Nossa casa tem um pequenino pedaço de terra. Nele já encontramos quando chegamos duas amoreiras e duas bananeiras. Então, comecei a influenciar o ambiente…rs Hoje, temos: couve, rúcula, rabanete, manjericão, alecrim, erva-doce, salsa, coentro, capim-limão, hortelã. Ano passado tivemos um pouco de cenoura e pepino. Já plantamos outras coisas mais, vamos ver se crescem.
    Agora é só a ansiedade de comprar nosso terreno, iniciar lá a plantação e depois começar a bioconstrução.
    É muito inspirador passear neste site…:-)

  6. lena disse,

    Fevereiro 10, 2009 às 7:54 pm

    Yancon a batata.

    moro no centro oeste mais precisamente em goiania – go
    gostaria de saber como posso adquirir essa batata e até as mudas, ou semente.
    grata
    lena

  7. sitiocurupira disse,

    Fevereiro 11, 2009 às 6:59 am

    Caros amigos e simpatizantes do site do Curupira. As mudas de Yakon são feitas por estaquia ou rizomas. Quero informar que não vendo nem envio pelo correio, sementes, mudas, risomas ou estaquias, mas ofereço gratuitamente para aqueles que vem visitar o Sitio Curupira.
    Atenciosamente, Gardel Silveira.

  8. joão paulo de oliveira disse,

    Março 13, 2009 às 6:54 pm

    tenho uma planta na minha orta conhecida +ou- por oropunobis mas não é esta planta que esta no sait ela tem as folhas gordas e não da flor ela pendoa com muitas bolinhas cheias de sementes so sei que é saborasa ha não tem espinhos

  9. Março 23, 2009 às 3:49 pm

    Resido em Belo Horizonte, MG, pergunto onde posso ou como faço para adqurir mudas da batata yacon.

  10. Margareth disse,

    Março 25, 2009 às 5:14 pm

    Como faço para comprar a raiz da batata Yakon? Meu pai tem diabetes e está muito ruim,estou muito interessada,pois aqui no Rio de Janeiro quase não acho.Desde já agradeço e aguardo logo uma resposta.

  11. Alice Martins disse,

    Março 30, 2009 às 10:44 pm

    Pronto! Minha cerca vica será de ora-pro-nobis. Adorei as dicas e o blog. Colocarei entre meus favritos. Grata por compartilhar as experiências.
    Grande abraço e sucesso!

  12. Maria Helena disse,

    Abril 14, 2009 às 7:46 am

    Bom Dia

    A batata yacon é a mesma coisa que Jicama?
    Obrigada

  13. Maria Helena disse,

    Abril 14, 2009 às 7:47 am

    Bom Dia

    A batata yacon e Jicama são a mesma coisa?
    Obrigada

    • sitiocurupira disse,

      Abril 14, 2009 às 8:15 am

      Olá Maria Helena.
      Jicama (Pachyrhizus erosus) é uma leguminosa onde se obtém um tubérculo parecido com batata doce. É de origem mexicana e tem um sabor característico bastante agradável e pode-se comer crua acabada de colher. Ótimo como componente de saladas.
      Para saber mais: http://en.wikipedia.org/wiki/Jicama http://www.echotech.org/technical/az/aztext/azch2veg.htm#Jica
      A propósito, nunca tinha ouvido falar sobre esta batata, apenas fiz uma pequena e rápida pesquisa na internet.
      Aqui vai uma dica para os internautas de primeira viagem. Sempre que houver alguma dúvida sobre plantas ou qualquer coisa que imagine, consulte o “oráculo” Google, tenho certeza que encontrará sempre uma resposta.

  14. Silvia disse,

    Abril 27, 2009 às 3:01 am

    Gardel, ouvi dizer que existe ora-pro-nobis sem espinho. Você conhece?

    • sitiocurupira disse,

      Abril 27, 2009 às 9:57 am

      Cara Silvia, desconheço a planta Ora-pro-nobis – Pereskia aculiata sem espinhos, principalmente por que esta é uma da suas características mais conhecidas, muitos espinhos em forma de agulhões em toda extensão da planta. Tanto que ela é mais usada como cerca viva intransponível do que um alimento humano ou animal. Para esclarecer esta dúvida, sugiro que procure o núcleo de extensão e pesquisa de Botânica de alguma universidade para que algum pesquisador possa identificá-la.
      Atenciosamente, Gardel Silveira.

  15. Maio 12, 2009 às 5:02 pm

    Prs. Srs. Gostaria saber onde comprar a yacon em belo horizonte, tudo para uso domestico e plantio que possível. grato. milagres

  16. Neide Rigo disse,

    Julho 12, 2009 às 8:24 pm

    Caro Gardel,
    obrigada pela resposta lá no come-se. Pouco antes de você escrever, havia visitado sua página justamente quando pesquisava sobre o amendoim-de-árvore. Parabéns pela página e pelo sítio, tudo caprichado. Vocês vivem num paraíso, hem? Quisera eu..
    Um abraço, N

    • sitiocurupira disse,

      Julho 13, 2009 às 9:26 am

      Cara Neide,
      Nós também gostamos muito de consultar o come-se, principalmente pela originalidade, diversidade e profundidade das informações e, inclusive, usamos algumas delas em nossos posts…
      Parabéns pelo seu trabalho de resgate e divulgação de alimentos mais naturais e sustentáveis num mundo cada vez mais industrializado.
      Um abraço, Gardel e Simone

  17. Julho 16, 2009 às 10:12 pm

    Estou encantada com o trabalho desenvolvido no sítio.
    Sou química e ecóloga de profissão e botânica de coração. Tenho um pequeno sítio também aqui no RS mais precisamente na cidade de Santa Maria onde desenvolvo técnicas com ajuda da EMATER e dedico-me ao plantio de plantas medicinais tanto ervas como árvores.
    Todas as árvores que estão plantada foram produzidas as mudas a partir de sementes.
    Também tenho como meta a preservação de sementes crioulas. Gostaria de saber se teria como fazer câmbio deste tipo de sementes???
    Grata pela atenção
    Profª Cristina

    • sitiocurupira disse,

      Julho 17, 2009 às 12:22 pm

      Olá Maria, tudo bem?
      Não costumo guardar sementes de árvores nativas, quando preciso procuro na mata na época certa. Em relação a sementes crioulas de hortaliças tenho uma pequena reserva no freezer, terá que me fazer uma visita para escolher alguma semente, pois não costumo enviar pelo correio.

  18. fabio disse,

    Agosto 2, 2009 às 8:54 pm

    gostaria de saber quantidades de batatas yacom precisa para ser curar de diabete e pressão alta.
    quem poder me ajudar eu ficarei muito grato.
    fique com deus

  19. clesio paya disse,

    Agosto 6, 2009 às 10:20 pm

    ola amigos ,onde fica o sitio sucupira ? alias parabêns pelas informações aqui contidas ,de muita utilidade,um abraço ,clesio.

  20. GILBERTO ALVES CARDOSO disse,

    Agosto 10, 2009 às 9:57 pm

    Parabenizo pela magnífica e informativa página, mas gostaria que me orientem sobre a maneira de adquirir os risomas da batata YACON.
    OBRIGADO!

  21. clesio paya disse,

    Agosto 26, 2009 às 10:38 pm

    ola amigos,encontrei raizes de yacon no mercado e gostaria de saber se planta-las, elas brotarão?e quanto tempo leva pra brotar ?estou perguntando a voces porque vejo que tem ampla experiencia no cultivo da mesma.agradeço pela atenção e estou no aguardo da resposta ,ah!! achei muito legal o video das gralhas azuis,parabens! Clésio…

    • sitiocurupira disse,

      Agosto 31, 2009 às 7:41 am

      Olá Clésio tudo bem?
      Infelizmente não é possível plantar Yakon a partir da batata, pois ela não brota e acaba apodrecendo se ficar muito tempo na terra. As duas maneiras que conheço são por estaquia ou pelos rizomas que brotam junto à raiz. Tanto os rizomas como os galhos para estaquia você poderá adquirir com um produtor na época da colheita. É possível achar mudas em feiras orgânicas que vendem esta batata , chás e outras ervas bioativas, mas não é muito comum.
      Espero ter ajudado, Gardel Silveira.

  22. Thereza Maria disse,

    Setembro 3, 2009 às 8:07 pm

    Cheguei até vocês porque tenho interesse sobre o açrafão da terra. Ganhei alguns rizomas frescos e quero plantá-los. Gostaria de receber alguma orientação. Pergunto posso plantar em vaso? A planta necessita muito de sol? Qual o tipo de solo ideal?
    Agradeço pelas respostas.

    • sitiocurupira disse,

      Setembro 4, 2009 às 9:26 am

      Olá Thereza,
      Nunca vi o açafrão da terra plantado num vaso, mas acho que não terá problemas desde que siga alguns princípios básicos do plantio em vaso. Deixe uma boa drenagem, faça uma mistura com húmus, terra e areia ou compre terra pronta em floricultura para o plantio em vasos. A Cúrcuma é uma planta entouceirante, então não deixe que se alastre muito para não congestionar o vaso. Sol no inicio do dia e final da tarde, pois nenhuma planta gosta de sol do meio-dia, pois perdem muita água pela transpiração. Os rizomas são bem “chatinhos” para brotar, pois tem uma época certa, segundo o site http://come-se.blogspot.com, o mês de outubro é a época da brotação, mesmo que tenha plantado um ou dois meses antes.
      Espero ter ajudado, Gardel.

  23. Iolanda maria do Nascimento disse,

    Setembro 30, 2009 às 12:02 pm

    Amendoim de árvore
    Quando criança sempre catava essa semente e assava, realmente ela estoura e fica parecendo pipoca é muito gostosa.
    Gostaria de adquirir mudas de batata yacon para prório consumo. como faço?
    Iolanda

    • sitiocurupira disse,

      Setembro 30, 2009 às 8:54 pm

      Olá Iolanda tudo bem?
      Posso conceguir uma ou duas mudas de Yacon, mas terá que vir buscá-las aqui no sitio, pois não enviamos pelo correio ou malote.
      As mudas são apenas uma cortesia à aqueles que visitam o sítio.
      Espero ter ajudado, Gardel.

  24. Daniela P Cuevas disse,

    Setembro 30, 2009 às 4:33 pm

    Ola, estou ajudando uma pessoa a reflorestar um terreno proximo a 10Km de Barbacena _MG, somente com sementes doadas, e procurando sobre a planta Bombacopsis glabra, verifiquei que vocês tiveram esta semente. Há a possibilidade de me enviar sementes, e como faço para me enviar. anotem meu email danipastana@gmail.com
    Daniela P Cuevas

    • sitiocurupira disse,

      Setembro 30, 2009 às 9:02 pm

      Olá Daniela, tudo bem?
      Não enviamos sementes pelo correio, mas vou deixar postado seu pedido.
      As sementes de Bombacopsis glabra são muito difíceis de armazenar, pois elas germinam logo que caem no chão. Terá esperar a época de amadurecimento dos frutos (janeiro de fevereiro) para conseguir sementes.
      Espero ter ajudado, Gardel.

  25. Daniela P Cuevas disse,

    Outubro 1, 2009 às 11:15 am

    Onde fica o sitio, dependendo do que for, o recebedor das sementes poderia terirá-las com vocês. Assim vocês tambem poderiam orientá-lo no plantio e cuidado.

    Daniela P Cuevas

  26. Outubro 11, 2009 às 5:14 pm

    gostaria de saber como conseguir semente de batata yacon…
    ou se voce pode me enviar uma pelo correio e me diga as despesas com isso.
    as outras ocisas que vc fala eu tenho quase tudo…
    inhame, cara moela, curcuma etc… so nao tenho essa castanha e yacon.
    meu interesse é saber como se cultiva a yacon. como se começa o cultivo.
    grato

  27. Outubro 11, 2009 às 5:18 pm

    engraçado gostamos de cultivar as mesmas coisas hauashaushuahuahsuash
    só que além dessas coisas que vc cultiva ainda tenho minha horta organica, uns pes de moringa oleifera, ora pro nobis, quiabo de metro. só gostaria mesmo de conseguir um exemplar de yacon pra começar o cultivo dela também…
    onde encontrar??????????????????????????
    abraços e continue ensinando o povo nesse blog.
    fale também sobre a taioba – tbem tenho aqui

    • Outubro 26, 2009 às 4:47 pm

      muito legal tudo qu vc fala no blog, mas nao me respondeu se vc tem mudas de yacon pra enviar para quem quer começar cultivar e se te interessar tenho mudas de mangarito pra gente fazer uma troca.
      tenho algumas mudinhas so mesmo pra trocar por yacon…

      • sitiocurupira disse,

        Outubro 27, 2009 às 11:42 am

        Olá Roberto tudo bem?
        Não respondi sua questão sobre envios de mudas de Yakon ou qualquer tipo de planta ou semente, pois já respondi esta questão nesta mesma página no comentário número 07 publicado no dia 11 de fevereiro de 2009.
        Venho também relembrar que as trocas ou doações de mudas serão feitas durante a visita ao Sítio Curupira. Fica aqui então o convite para você e qualquer um que queira conhecer nosso espaço. Antes de fazer contato para uma visita leia a página Visitas no Curupira deste mesmo site.
        Atenciosamente, Gardel Silveira.

  28. Carlos disse,

    Outubro 15, 2009 às 4:04 pm

    Moro em um sítio e me interesso por furtas e vegetais exóticos mas de fácil produção e com bons resultados na area da saúde e nutrição. Acontece q meu sítio é um lugar alto, a temperatura média anual dve ser em trono de 20 graus,´os dias são quentes mas frescos e no inverno as temperaturas ficam abaixo dos 15 graus chegando a noite a gear ou ficar em torno de 5 garus. Podem me dizer quais da plantas q possuem se adaptariam a este clima e como posso conseguir mudas ou sements? Grato. carlos.

  29. Ursula Sennewald disse,

    Novembro 3, 2009 às 3:48 pm

    ref. Castanha do Marianhão – Bombacopsis glabra

    Gostaria de ter mais informações. Tenho muitos pes já produzindo mas ainda não sei bem como processar. Sabem se existe uma máquina para tirar a fina casca? Aí poderia, p.ex. usar para bolos ou torrar com sal para comer de aperitivo etc.. Gostaria de comercializar as castanhas. Sabem os valores nutritivos?

    Grata Ursula

    • sitiocurupira disse,

      Novembro 3, 2009 às 4:17 pm

      Olá Ursula tudo bem?
      Não conheço nenhum processador de castanha do maranhão, até mesmo porque costumamos torrá-los com a casca para evitar que queimem. Também não conhecemos seu valor nutritivo, só sabemos que da para comer e pode ser usada para adulterar o cacau segundo o livro Árvores Brasileiras – Vol 01- Harri Lorenzi. Segundo o site http://www.come-se.blogspot o “amendoim-de-árvore pode ser uma boa alternativa como fonte protéica e de ácidos graxos, como quase todas as sementes comestíveis. Para saber mais acesse este site.
      Espero ter ajudado, Gardel Silveira.

  30. maximiliano disse,

    Novembro 3, 2009 às 10:18 pm

    gostaria de saber onde encontrar mudas de curcuma aqui no meu estado,e se eu encontarria em alguma floricultura ou supermercado.

    obrigado….

    • sitiocurupira disse,

      Novembro 4, 2009 às 9:08 am

      Olá Maximiliano, tudo bem?
      Para facilitar a resposta de sua questão, sugiro que coloque o estado e cidade que você reside.
      Gardel

  31. sabrina disse,

    Novembro 4, 2009 às 11:17 pm

    moro no rio grande do sul e nao consigo encontrar curcumina me ajude

    • sitiocurupira disse,

      Novembro 6, 2009 às 1:42 pm

      Cara Sabrina, a curcumina é uma substância encontrada no Açafrão-da-terra ou Cúrcuma (Curcuma longa). Recentemente saiu na imprensa a descoberta de cientistas sobre a cura do câncer com a substância chamada curcumina encontrada no açafrão. Mas não se deixe confundir com o “Açafrão Verdadeiro” utilizado nas “paellas” espanholas, que é dispendioso e corresponde aos estigmas dessecados da bela flor amarela ou vermelha da planta Crocus sativus.
      No momento não tenho mudas de Curcuma, pois minha safrinha do ano passado está congelada no freezer e os rizomas da nova safrinha ainda não brotaram. Vou deixar sua questão postada no site para que alguém ai do RS possa conseguir uma mudinha para você.
      Espero ter ajudado, Gardel.

  32. elizabeth danieletto disse,

    Novembro 8, 2009 às 7:51 pm

    Gostaria de adquirir mudas da planta indiana chamada tumeric,ou açafrão da terra.

    • sitiocurupira disse,

      Novembro 9, 2009 às 8:30 am

      Olá Elizabeth.
      Como já mencionei nesta página, não fornecemos mudas ou sementes pelo correio, apenas oferecemos algumas mudas excedentes quando recebemos visitas, mas deixarei postado nesta página sua necessidade de adquirir mudas de cúrcuma para alguém responder.


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