Novidades nas páginas do Curupira

“O segredo, na verdade, é não fazer. Tudo está sendo feito pela própria natureza, a gente só tem que observar e assumir uma parceria com ela, entrando num sistema de co-criação. Tudo o que precisamos fazer é descobrir nossa função junto àquele ecossistema para que ele possa se desenvolver melhor. E seguir o princípio do Tao, o fluxo da própria natureza.” Ernest Götsch

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Cultive cogumelos em casa ou no sítio

Visite a página Cogumelos, cultive em casa onde demonstro através de fotos e legendas, um passo a passo de como cultivar cogumelos Pleurotus em casa a partir de folhas de bananeira seca, com um mínimo de investimento. Nosso maior interesse é desmistificar a técnica de cultivo do cogumelo Pleurotus ostreatus, popularmente conhecido como Hiratake. Não comercializamos nada, só difundimos conhecimento. Para saber mais clique aqui.

Veja também: Calendário de cursos de cogumelos da Fungi brasilis para 2016.

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Recuperação de morro usado anteriormente como pastagem aqui no Sítio Curupira.

Com a saída do gado do local, percebemos que o solo estava muito compactado e com poucos nutrientes. Tinha até uma área com baquearia. Para melhor infiltração da água da chuva no solo, foram feitas curvas de nível com a ajuda de um instrumento chamado pé-de-galinha.Foto ao lado: janeiro de 2004 e abril de 2012. Para saber mais acesse a página Agrofloresta 

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Répteis do Curupira

Conheça algumas espécies de répteis que compõe a fauna silvestre do Sítio Curupira. Para acessar veja a página Répteis do Curupira

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Composto orgânico

Transformando resíduos orgânicos em alimento para as plantas.

A compostagem é a forma mais eficiente de reciclagem dos resíduos orgânicos e consiste na mistura de material vegetal (capim, poda de árvores, folhas, restos da cozinha, frutas e etc.), devidamente picado ou triturado, com esterco de animais (gado, cavalo, galinha, codorna, cabra, coelho e etc), amontoado, umedecido e revirado, para promover a fermentação aeróbica (contato com o ar) até que a matéria orgânica esteja totalmente decomposta e estabilizada. Veja mais na página https://sitiocurupira.wordpress.com/composto-organico/

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Hortas e Canteiros

O colher e comer, o compartilhar, ainda que seja uma salada ou uma cenoura, é um ato que nos leva a uma das atividades mais antigas e importantes do ser humano: a intenção e a capacidade de dar e retirar da terra nosso alimento. Veja mais na página Hortas e Canteiros.

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O Clã das Gralhas

Conheça a história destas duas gralhas que foram adotadas pelo Sítio Curupira. 

Foi num domingo após o sábado de temporal e muita ventania que a Simone resolveu dar uma volta com a cachorrada pela estrada do sítio. Não passou cinco minutos ela apareceu com dois filhotes de gralha que caíram do ninho no alto de um jacatirão próximo a estrada. Para saber mais acesse a página O Clã das Gralhas.

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Cafezinho à moda Curupira

Dica curupira para fazer um cafezinho do tempo em que a vovó era mocinha. 

Primeiro– Escolha frutos maduros de coloração vermelho escuro. Prefira as plantas que ficam no meio da mata, pois elas são bem menos estressadas, por tanto mais felizes. E por incrível que pareça frutos que são colhidos em cultivos agroflorestais são exclusivamente para exportação, pois seu aroma e sabor são incomparáveis ao cultivado tradicional. Para ler o resto da receita acesse Frutos do Sítio.

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“Viva simplesmente para que os outros possam simplesmente viver.”

Bill Mollison

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Ecologia Profunda

A natureza, cuja evolução é eterna, possui valor em si mesma, independentemente da utilidade econômica que tem para o ser humano que vive nela. Esta idéia central define a chamada ecologia profunda – cuja influência é hoje cada vez maior – e expressa a percepção prática de que o homem é parte inseparável, física, psicológica e espiritualmente, do ambiente em que vive.
Na nova era global, milhões de pessoas voltam a perceber que o sentimento de comunhão com a natureza é um dos mais elevados de que o ser humano é capaz, e fonte de grande felicidade. Não é coisa do passado ou um costume do tempo das cavernas. Ao contrário, deverá marcar as civilizações do futuro. Em qualquer tempo histórico, o convívio direto com a natureza foi e será um fator decisivo para o bem-estar físico e psicológico do ser humano.
A expressão ecologia profunda foi criada durante a década de 1970 pelo filósofo norueguês Arne Naess, em oposição ao que ele chama de “ecologia superficial” – isto é, a visão convencional segundo a qual o meio ambiente deve ser preservado apenas por causa da sua importância para o ser humano. Leia o texto na íntegra na página https://sitiocurupira.wordpress.com/chafilosofico/

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Liberdade anda junto com sustentabilidade

Outro dia me perguntaram o que é preciso fazer para que as pessoas tomem consciência da situação de crise do planeta e transformem suas ações no mundo numa extensão desse entendimento. Bom, daí que fiquei pensando no assunto, tentando me colocar na posição de alguém que ainda não despertou para a urgência de mudanças comportamentais…”  Leia o texto na íntegra na página https://sitiocurupira.wordpress.com/chafilosofico/

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A Carta da Terra

A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século XXI, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada, voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. Veja a carta ou assista o vídeo na página https://sitiocurupira.wordpress.com/carta-da-terra/

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Adubação Verde

Os benefícios das plantas que melhoram o solo: elas adicionam nutrientes, protegem da erosão e reduzem a compactação.

As raízes de plantas como o guandu e o feijão-de-porco além de fixar o nitrogênio (N) na terra fazem uma eficiente guerra subterrânea contra a compacta­ção do solo. Em apenas três meses, a raiz do guandu chega a 3 metros de profun­didade, rompendo no caminho as cama­das compactadas, afirma Miyasaka. Quando a planta morre, os furos abertos pelas raízes tornam-se poros para levar oxigênio a camadas mais profundas. A massa verde das plantas, deixada no solo como cobertura morta ou incorpo­rada, ajuda a manter a umidade e a amenizar a temperatura do solo. Veja mais na página Adubação Verde.

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Permacultura urbana e suburbana

batatas 15 cmNa periferia das cidades, a maioria das pessoas têm ou aluga uma casa com um quintal pequeno ou médio na frente ou atrás da residência. Muitas dessas casas poderiam acomodar uma pequena estufa ou viveiro, sistema de treliças, árvores frutíferas, uma policultura de plantas anuais e perenes e alguns pequenos e quietos animais, como patos, codornas, abelhas sem ferrão e galinhas garnisés. Este post mostra algumas formas pelas quais a auto-suficiência urbana e comunitária é atingida. Para saber mais veja na página Hortas e Canteiros.

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Cará-moela e o Inhame Chinês, parceiros do Permacultor

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Conheça o cará-moela e o inhame chinês, um do ar e outro da terra, mas muitas coisas em comum: fácil cultivo e alto valor nutritivo. Para saber mais acessa a página Frutos do Sítio.

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As vantagens dos alimentos orgânicos

Os alimentos orgânicos são produzidos sem o uso de pesticidas convencionais nem fertilizantes químicos. Devem ser livres de contaminação de dejetos humanos e do “lixo” industrial. Não podem ser produzidos com o uso de aditivos químicos para realçar cor, sabor, formato ou aroma. Usar radiação ionizante como forma de preservação também é proibido. No caso de animais vivos destinados ao abate, o uso de antibióticos, hormônios e anabolizantes é estritamente proibido. Em muitos países, o animal herbívoro deve ser alimentado exclusivamente com pasto, sem período de alimentação forçada para elevar o peso de abate no período de confinamento. Outros países estipulam que o uso de vegetais geneticamente modificados não pode ser empregado nos animais destinados ao abate. Fonte: Veja online – Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 – Geraldo Medeiros, médico endocrinologista e professor da USP. Leia o texto na íntegra na página Consumo Saudável.

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LENDAS DO SABER – Permacultura e histórias: cuidando da Terra e das pessoas

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Durante o curso “Princípios avançados de Permacultura“, ministrado por David Holmgren em maio de 2007, surgiu a idéia de juntarmos lendas e os princípios propostos em vivências dos mesmos. Tal idéia foi compartilhada e aprovada por David e Su Dennet, já que todos acreditamos que lendas e histórias contadas têm um efeito enorme na formação de valores para as gerações futuras.  Assim nasceu o projeto do livro “LENDAS DO SABER“.

Neste um ano, ele tomou corpo, já que, além das lendas e dos princípios, Suzana buscou, no seu lado educadora, desenvolver atividades que fizessem sentido para, mais do que pensar, vivenciar cada princípio. Assim o projeto cresceu! Ao falarmos em lendas, surgiu a parceria com Keila Pavani, psicóloga e terapeuta que ampliou a visão sobre o simbólico em cada história, e também com Gardel Silveira, permacultor que desenvolveu as ilustrações do livro.

Para adquirir exemplares veja nos postos de venda ou peça pelo correio.

Suzana Maringoni (correio): suzana@permacultura.org.brEscola Autonomia (portaria), e no Quintal da Ilha, ambos na rua Rua Salvatina Feliciana dos Santos – Bairro Itacorubi em Floripa, e nas livrarias Saraiva Mega Store de todo o Brasil.

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Aqüicultura e Alagados

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Um tanque ou lago pode agir como um espelho, uma armazenagem de calor, um limpador de poluentes, um sistema de transporte, uma barreira contra o fogo, um recurso de lazer, um banco de energia, parte de um sistema de irrigação ou simplesmente um criatório de peixes, crustáceos e plantas aquáticas. Além de tudo isso, é naturalmente paisagístico e produtivo. Para ler o texto na integra acesse a página Aqüicultura e Alagados.

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A Pílula Vermelha

Você já se sentiu como se não tivesse certeza de que a realidade que vemos, ouvimos e sentimos é verdadeira? Nós acordamos todo dia, ligamos a tv, nos alimentamos, ouvimos rádio, levamos nossos filhos para escola, vamos para o trabalho, pagamos nossas contas, dirigimos o carro do ano, temos nossa casa própria, tv a cabo e todo ano viajamos de férias para poder compensar todo sofrimento que passamos para conquistar tudo isso. Costumo dizer para meus amigos que boa parte da humanidade dedica quase toda sua vida trabalhando num emprego que não gosta para comprar coisas que não precisa. Todos concordam, mas quase ninguém faz nada para mudar… Para ler o texto completo acesse a página:  A Pílula Vermelha

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Ora-pro-nobis – Pereskia aculiata

Uma planta rica em proteínas que pode ajudar a minimizar o problema da fome não só no Brasil. Para saber mais acesse a página Frutos do Sítio.

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Composto Vegan.

Aqui vai uma dica do Curupira para os amigos vegetarianos que não criam animais por razões éticas ou por falta de espaço, para produzir esterco utilizado tradicionalmente na agricultura orgânico. Visite a página Compostagem Vegam

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Desidratador solar feito com material reciclado. Construa o seu.

Para ver o desenho ampliado acesse a página: Tecnologias do Bem

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Devemos mudar nossa filosofia, antes que qualquer outra coisa mude. Mudar a filosofia da competição (a qual, hoje, penetra nosso sistema educacional) para a filosofia da cooperação, em associações livres. Mudar nossa insegurança material para uma humanidade segura; trocar o indivíduo pela tribo, petróleo por calorias e dinheiro por produtos. A grande mudança que necessitamos fazer é de consumo, para a produção, mesmo que em pequena escala, em nossos próprios quintais. Se 10% de nós fizessem isso, haveria o suficiente para todos. Assim, vê-se a futilidade dos revolucionários que não tem jardins, que dependem do próprio sistema que atacam, que produzem palavras e balas, e não alimento e abrigo. Algumas vezes, parece que somos apanhados, todos nós, na Terra, em uma conspiração consciente ou incosciente para nos mantermos sem esperança. E mesmo assim, são pessoas que produzem todas as necessidade de outras pessoas. Juntos, podemos sobreviver. Nós mesmos podemos curar a fome, toda a injustiça e toda a estupidez do mundo. Podemos fazê-lo compreendendo a forma com que funcionam os sistemas naturais, pelo reflorestamento e a jardinagem cuidadosos, pela contemplação e pelo cuidado com a Terra.” Bill Mollison

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Um pouco de silêncio.

Lya Luft, do livro Pensar é transgredir.

Nesta trepidante cultura nossa, da agitação e do barulho, gostar de sossego é uma excentricidade. Sob a pressão do ter de parecer, ter de participar, ter de adquirir, ter de qualquer coisa, assumimos uma infinidade de obrigações. Muitas desnecessárias, outras impossíveis, algumas que não combinam conosco nem nos interessam. Não há perdão nem anistia para os que ficam de fora da ciranda: os que não se submetem mas questionam, os que pagam o preço de sua relativa autonomia, os que não se deixam escravizar, pelo menos sem alguma resistência. O normal é ser atualizado, produtivo e bem-informado. É indispensável circular, estar enturmado. Quem não corre com a manada praticamente nem existe, se não se cuidar botam numa jaula: um animal estranho. Acuados pelo relógio, pelos compromissos, pela opinião alheia, disparamos sem rumo – ou em trilhas determinadas – feito hâmsteres que se alimentam de sua própria agitação. Ficar sossegado é perigoso: pode parecer doença. Recolher-se em casa ou dentro de si mesmo, ameaça quem leva um susto cada vez que examina sua alma… Para ler o texto completo acesse a página: Chá Filosófico

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